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Resenha: A visita da Verdade - Amadeu Ribeiro


  • Editora: Vida & Consciência
  • Páginas: 304
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Escolhas nos levam a diversos caminhos, mas todos os caminhos nos levam a Deus. Por meio da espiritualidade, em seu segundo romance, "A Visita da Verdade", o escritor Amadeu Ribeiro mostra que todas as dificuldades e desafios do dia a dia têm um propósito em nossas vidas, e as ações diante dessas situações geram respostas com consequências em vários planos. Nesse romance, o autor nos transmite a mensagem de que, apesar das dificuldades que enfrentamos todos os dias, das desilusões e decepções que sofremos com outras pessoas, dos obstáculos que ultrapassamos para progredir, a vida, com sua inteligência e sabedoria infinitas, jamais desiste de nós.



A visita da verdade é o segundo livro do Amadeu Ribeiro, lançado pela editora Vida e Consciência. Como no primeiro livro de Amadeu, esse não é diferente, com uma narrativa direta e simples, ele nos conquista e nos leva para o mundo de Valéria.

A protagonista sempre teve muitas ambições, seu maior sonho sempre foi ser rica, viver cercada por dinheiro, jóias, roupas de grife e muito poder. Sua família era humilde, moravam no interior de MG, e não viviam cercados das riquezas que a Valéria sonhava, mas uma coisa é certa, nunca faltaram amor e carinho na sua vida. Seus pais sempre lutaram para poder dar o melhor para sua filha, mas parece que nada agradava a menina. Quando cresceu se tornou uma bela mulher, e quanto mais ela crescia mais sua ambição aumentava, em uma festa da cidade ela acabou conhecendo Felipe, que era muito rico. Após jogar seu charme ela acabou conseguindo dar o golpe do baú, casou-se sem amor, apenas pelo dinheiro.

O que mais me irritou com a protagonista foi o fato de que depois que mudou de vida, casou com um homem rico, mudou-se para Belo Horizonte, e simplesmente resolveu enterrar seu passado, e com eles sua família. Nunca mais procurou saber dos seus pais e irmãos.

A partir desse momento sua vida se tornou “perfeita” aos seus olhos, ela tinha tudo que queria, em outras palavras: Dinheiro. Valéria passou a achar que podia tudo, que era a rainha do mundo, seus filhos e marido acabaram percebendo realmente quem era a Valéria, ambiciosa, egoísta, capaz de passar por cima de quem for para conseguir realizar seus caprichos, e acabaram se distanciando dela.

Existe aquele ditado que diz “Só damos valor quando perdemos”. Assim aconteceu com a Valéria. Depois de perder o carinho dos seus filhos e marido, ela precisa dar a volta por cima e tentar se tornar uma pessoa melhor. Será que ela consegue?

O livro tem uma mensagem bem bonita, de perdão e arrependimento, como a maioria dos livros da V&C. Amadeu Ribeiro mais uma vez me conquistou com sua narrativa simples e envolvente. O mais fascinante é a capacidade do Amadeu de criar reviravoltas no livro, quando menos esperamos.

Se você gosta de livros que tenham uma mensagem de amor, provavelmente esse é o seu livro.

Top Comentarista - Setembro

Olá gente, depois de um tempo sem Top comentarista, voltamos. O prêmio da vez é o livro Paperboy + Marcadores variados. Quem vai querer? Continue lendo e siga as regras.


















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  • Em caso de empate será feito um sorteio pelo Random.
  • O resultado será divulgado dia 03/10 e o prêmio será enviado em até 30 dias.

Que a sorte esteja sempre ao seu favor

Curiosidade: Menor livro do mundo

Oi oi oi gente, como vocês estão? Vocês já ouviram essa noticia por ai? O menor livro do mundo foi lançado lá no Japão. O danado possui 22 páginas e contém nomes e ilustrações monocromáticas microscópicas de flores japonesas. A mídia internacional disse que é impossível ler o livro de 0.75 milímetros de espessura a olho nu.


A companhia vai se candidatar ao Guinness e pedir pelo título de menor livro do mundo, que é atualmente liderado por uma obra de 0,90 milímetros e 30 páginas publicada na Rússia. O livro é conhecido como “Chamelon” e foi criado pelo artesão siberiano Anatoliy Konenko em 1996.

“Shiki no Kusabana” está em exibição no museu da Toppan Printing em Tóquio e também pode ser adquirido, juntamente com uma lupa e uma cópia maior, por 29.400 ienes ($307).

Resenha: Lenny Cyrus, o supervírus - Joe Schreiber


  • Editora: Globo Livros
  • Autor: Joe Schreiber
  • Páginas: 272
  • Nota: 
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Lenny Cyrus, o supervírus, convida a uma aventura nanotecnológica em meio aos dramas comuns da adolescência Tímido, apaixonado e nerd: conheça Lenny Cyrus, o novo herói da ficção científica criado por Joe Schreiber O que você seria capaz de fazer para conquistar seu grande amor? A maioria das pessoas provavelmente pensaria em comprar flores ou chocolates. Uma ou outra apostaria em um jantar a dois ou numa declaração de amor escrita num papel perfumado. Mas encolher-se quanticamente a ponto de entrar na corrente sanguínea do ser amado para ter a chance de convencer os neurônios dele a se apaixonarem por você – essa ideia só poderia sair da cabeça de um gênio de 13 anos como Lenny Cyrus. Com QI demais e traquejo social de menos, o personagem criado por Joe Schreiber é o protagonista de Lenny Cyrus, o supervírus, lançamento infantojuvenil da Globo Livros. Filho de dois vencedores do Prêmio Nobel e dotado de uma inteligência acima do normal, Lenny coloca toda sua mente para funcionar para conseguir entrar na cabeça e no coração da menina por quem é apaixonado, Zooey Andrews, uma descolada colega de escola que parece não notar sua existência. A única pessoa com quem Lenny divide seu segredo é o melhor amigo, Harlan. Mas nem mesmo o bom senso de Harlan consegue refrear a capacidade imaginativa de Lenny, que descobre uma forma de reduzir seu tamanho ao de um vírus e de entrar no corpo de Zooey para tentar contar à menina sobre seu amor – não sem antes passar por uma incrível aventura pelo sistema circulatório da garota, fazer amizade com algumas células do seu corpo, cair na farra com seus hormônios e, finalmente, se dirigir ao cérebro com a missão de declarar seus sentimentos. Tudo, claro, sem esquecer de um importante detalhe: o garoto precisa cumprir todo seu itinerário em algumas horas, antes que seu corpo volte ao tamanho normal. Encerrado esse limite, se ele ainda estiver dentro do organismo de Zooey, será o fim de ambos. Inspirado nos filmes Viagem Insólita (1987) e Querida, encolhi as crianças (1989), Lenny cyrus, o supervírus conta a história alternando os pontos de vista de Zooey, Harlan e do próprio Lenny, que lidam não apenas com paixões não correspondidas, mas com ciúmes, expectativas, relacionamentos complicados com os pais e com os colegas mais valentões, e com outros de dramas típicos da adolescência.

Lenny é um garoto nada comum, com uma inteligência acima do normal, porém apesar de sua inteligência, era tímido, completamente nerd e consequentemente excluído pelos seus colegas de escola. E eu nem preciso dizer que ele não leva jeito algum para relacionamentos, conquistar garotas não é bem seu forte. E durante algum tempo Lenny tentou conquistar Zooey, a garota dos seus sonhos. Mas como vocês devem imaginar, não foi nada fácil.

A idéia de Lenny era se transformar em um vírus – sim vocês leram bem – e entrar no corpo da menina a fim de chegar ao seu cérebro e fazer ela se apaixonar por ele. Nesse momento eu fiquei imaginando o que a mente de um nerd é capaz de projetar. Imagine a situação, o garoto é afim de você e a maior prova desse amor é se transformar em um vírus para chegar ao seu cérebro e fazer com que você fique caidinha por ele. Maluco não?

E ele consegue por o plano em ação, ai que a história começa e vamos descobrir outro mundo, cheio de riscos e surpresas que vai fazer com que você não consiga desgrudar do livro.

O livro é destinado ao publico infanto-juvenil, portanto não vá esperando uma superprodução cheia de coisas para se pensar e racionar sobre a origem do universo. A narrativa é simples e cada capítulo é narrado por um personagem, o que nos faz ver o ponto de vista e a personalidade de todos. Apesar de o livro nos mostrar vários pontos interessantes como as conseqüências da timidez e vários conceitos muito interessantes, é escrito de forma que qualquer um pode entender perfeitamente.

A Globo Livros arrasou nessa edição, as letras estão grandes e confortáveis, a capa é linda e condiz muito com o conteúdo, um ótimo livro.

Aventure-se com o Lenny.

Gente, um aviso... Logo vamos ter novidades aqui no blog, devido o problema de saúde da minha mãe eu atrasei muitas resenhas, por isso estou soltando-as. Mas em breve, voltaremos a programação normal. Obrigada a todos. Beijos!

Resenha: Desejo à meia noite - Lisa Kleypas



Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos – uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida. Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos.
Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos.
Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?

Voltamos com mais um romance histórico, dessa vez vamos conhecer a familia Hathaway que está se mudando de Londres para Hampshire. Onde vão morar em Ramsay House, que está em ruínas e foi herdada por Leo, um dos cinco irmãos Hathaway. Leo também ganha o titulo de Visconde, o que ele não esperava é que esse titulo viesse com um tipo de maldição que leva todos que assumem esse papel a morte.

O que é mais engraçado é que o Leo não é o protagonista desse livro, e sim Amélia, sua irmã. Amélia trás consigo grandes responsabilidades, e acaba abdicando de algo que todas as mulheres sonham: O Casamento. E se dedica de corpo e alma a levantar a Ramsay House.

Conhecemos também o Cam, um cigano – morto do gostoso – que trabalha em um clube. E para o deleite da mulherada ele não é o único cigano do livro.

Com relação ao casal protagonista, eles são bem clichês, típicos de romances de época. Amélia é durona, independente, decidida e cabeça dura. Já Cam é misterioso, envolvente, lindo de morrer e tudo aquilo que nós amamos.

Temos várias histórias paralelas no livro, todas muito misteriosas, e que nos sugerem estarem interligadas de alguma forma. Mas você precisa ler para descobrir se não é apenas uma hipótese.

Não acredito que você deva ler o livro com muita expectativa de que seja o melhor livro da sua vida, mas leia-o despretensiosamente que você será capaz de absorver tudo que ele tem de melhor, sem ficar deprimido por não ser tudo que você imaginou.

A autora escreve de maneira maravilhosa, tão natural, envolvente, e até mesmo engraçada. E os personagens são de matar, a narrativa é em 3° pessoa e podemos conferir de perto a personalidade de cada um deles. Lisa está de parabéns.

The Walking Dead - Os Bastidores


Olá gente, tudo bom?
Dessa vez teremos uma "resenha" um pouco diferente, estaremos falando do livro "The Walking Dead, guia oficial ilustrado" e nada melhor do que colocar imagens nessa resenha, certo?
Então, vamos lá.

Teste: Você sobreviveria a um ataque zumbi?

Oi gente, tudo bom?
Primeiramente eu quero pedir desculpas pelo sumiço, minha mãe estava com problemas de saúde e andei afastada.



Bom, eu vi esse teste no site da Abril e achei tão legal que resolvi compartilhar com vocês. E ai, você sobreviveria a um ataque zumbi? Clique aqui e faça o teste. Não esqueça de nos contar o resultado.

Meu resultado foi:

Você é Matador

Destruição. Você vê o Apocalipse Zumbi uma grande oportunidade de causar o caos e destruir coisas. O que é muito bom para se sobreviver em um mundo tomado por mortos-vivos! Você não tem medo de matar aquela sua vizinha querida caso ela tenha sido mordida e, ainda por cima, anda sempre muito bem armado. Pena que, apesar da fama de durão, você é, na verdade, uma manteiga derretida que acabaria se sacrificando para salvar a criança inocente ou cachorrinho bonitinho do grupo. 

Resenha: O Duque e eu - Julia Quinn



Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.
Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.



Em 2013 tivemos a honra de ter “O Duque e eu” relançado pela editora Arqueiro, pelos comentários que ouvi, a tradução da Arqueiro está fabulosa, trazendo assim ricos detalhes que foram esquecidos na sua primeira versão publicada aqui no Brasil. Infelizmente, não tive a oportunidade de pegar na primeira edição, então não posso garantir. Posso garantir apenas que o livro é fabuloso.

Simon é o nosso protagonista, um gaguinho adorável, que sofreu demais por causa de seu problema , principalmente vitima de preconceito com relação ao seu pai.

Daphne é uma mocinha tão destemida que acaba nos conquistando de cara. E os dois juntos formam o casal perfeito. Apesar de ter “superado” sua gagueira, toda vez que está com Daphne e ela o tira do sério, ele acaba dando algumas gaguejadas – super fofas, dá vontade de aninhar – isso só mostra o quanto ele é sensível, digamos que esse é o seu ponto fraco. Já pensou que fofo um homem másculo, que gagueja toda vez que está nervoso perto de você? – suspiros.

Simon, não é perfeito, não espere ler um cavaleiro de armadura reluzente, ele é imperfeito, humano, e isso o deixa ainda mais fascinante, no meu ponto de vista.

Além disso, contamos com vários conflitos familiares, fofocas e todo aquele aparato que sempre tem em livros de época, mas não se desanime o livro tem um diferencial chamado Simon.


A leitura flui maravilhosamente bem, Julia tem o poder das palavras. Impossível ler e não se apaixonar.

Lançamentos: Petit e Butterfly Editora

Oi gente, tudo bom? Então, esse mês temos bastante novidades, que tal conferi-las?

Novidade - Orelha de Livro

Oi gente, tudo bom? Hoje recebi uma noticia muito boa, adivinha? O Paixão Literária foi escolhido como um Blog Top pelo site Orelha de Livro, fiquei tão feliz em receber essa noticia, é muito importante para mim. Não conhece o site? Então acompanha essa postagem e fica por dentro dessa nova rede social que veio com tudo.



Você adora ler? Se a sua resposta é sim, está no lugar certo. O Orelha de livro foi criado para você, amante da literatura e devorador de livros. Aqui você pode cadastrar todos os livros que já leu, o que está lendo no momento e até os livros que quer ler no futuro. Fica tudo ali guardado na sua biblioteca, com a sua avaliação e o seu comentário.

Além disso, aqui no Orelha de livro você tem interação total com todos os seus amigos do Facebook e pode encontrar muito mais pessoas com o mesmo interesse que você. Graças ao Feed, você fica sabendo quais os livros que eles adicionaram, sobre quais livros comentaram e quem estão seguindo. Com o Feed fica também muito mais fácil de encontrar pessoas que tenham o mesmo interesse nos livros e nos autores que você gosta. Resumindo, você vai poder interagir com quem tem exatamente o mesmo gosto que você. O Orelha de livro é hoje, sem dúvida, o lugar ideal para quem adora ler, e foi feito para você que, como nós, adora livros. Clique aqui e cadastre já o seu primeiro livro.



E ai, ficou interessado? Então corre, se cadastre e venha fazer parte dessa nova família, o site é bem divertido e tem um layout super fofo. E o PL já se encontra na parte de Blogs Tops do site, você pode entrar se cadastrar e nos seguir, claro. Dando aquela forcinha de sempre na nossa divulgação, para que eu possa sempre voltar com conteúdos legais para vocês.
Encontrei o PL: Aba de TopsBlogs

É isso ai gente, corra lá e aproveite essa nova rede social para quem é vidrado em Literatura.

Resenha: Psicose - Robert Bloch


  • Editora: DarkSide
  • Autor: Robert Bloch
  • Páginas: 240
  • Nota: 
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Livro que deu origem ao mais famoso filme de suspense de todos os tempos. Psicose conta a história de Marion Crane, que foge após roubar o dinheiro que foi confiado a ela depositar num banco. Ela então vai parar no Bates Motel, cujo proprietário é Norman Bates, um homem atormentado por sua mãe controladora. Belo suspense, de tirar o fôlego!




Livro que deu origem ao filme Psicose, lançado em 1960 dirigido por Hitchcock. Após 50 anos do lançamento da primeira edição, Psicose ganha uma nova e linda versão publicada pela editora DarkSide. Ao ler o livro de Robert, Hitchcock ficou tão fascinado pela história que acabou comprando os exemplares e os trancafiou em uma sala, pois não queria que as pessoas soubessem do final antes de assistirem o seu filme, ele comprou os direitos na obra de Robert por míseros 9 mil, e adivinha? Ganhou cerca de 40 milhões. De inicio foi muito difícil conseguir produzir o filme, pois ele era taxado como “pesado” para a época, criando maior polemica. Quem não assistiu ao filme provavelmente vai se surpreender com o desfecho do livro, quem assistiu pode ser que perca um pouco daquele impacto, mas isso de maneira alguma atrapalha o desenrolar da leitura, tanto que dei cinco estrelas e ainda adicionei aos favoritos. 

E quem não lembra da tão famosa cena do banheiro? Com aquela música clássica de terror, que provocou muitos sustos em diversas pessoas pelo mundo?



Confesso que o livro sem sombra de dúvidas é melhor que o filme, apesar do filme ser um clássico do terror/suspense. A narrativa de Robert é majestosa. A cada página somos presos a uma aterrorizante vontade de saber mais sobre o Bates Motel, de adentrar aquelas paredes e conhecer seus segredos, e seus sombrios donos, Norma e Norman Bates, Norman é um homem de aproximadamente 40 anos que é assombrado por sua tenebrosa mãe, ele nunca casou, nunca namorou e vive até os dias de hoje na “barra da saia” de Norma. A personalidade de Norman é tensa demais, ele tem explosões de humor que nos dão calafrios. 

Tudo no Bates Motel muda a partir do dia que Mary entra por aquela porta, atrás de um lugar para ficar, Após fugir de sua cidade por ter efetuado um roubo de nada menos que 40 mil dólares. Marion é uma mulher bonita, com seus 27 anos aproximadamente, e logo acaba chamando a atenção de Norman, que é um homem nada acostumado com as mulheres. Esse é o ponto do livro onde tudo começa, onde as coisas começam a ter um efeito diferente, foi nesse exato momento da chega de Marion que eu comecei a ter uns calafrios básicos, Não que a história seja do terror mais assustador do mundo, mas a forma como Robert escreve consegue ser tão sombria que não fazemos idéia do que esperar nas próximas páginas. 

Comecei esse livro despretensiosamente, pois já tinha ouvido falar que era bem diferente do filme, e como faz tempo que assisti ao filme, consegui absorver muito mais da história. E foi sem um dos melhores finais pra mim, não poderia esperar um desfecho melhor. 

Norman é um tipo diferente de vilão, entendemos tudo no final. Mas posso adiantar vocês não se arrependeram de ler. 

Conversei com a minha mãe sobre o filme, e ela acabou me contando que na época, as pessoas morriam de medo, e se você parar para pensar no filme de 1960, nos dias de hoje não provoca o mínimo susto, estamos familiarizados com filmes tão mais assustadores que aquele clássico não nos convence mais, porém, se você for – assim como eu – um grande apreciador de filmes antigos, provavelmente irá gostar. Mas com o livro é diferente, pois quando lemos, acabamos nos transportando para o Bates Motel, e acabamos criando o nosso ponto de vista, o nosso universo, Robert sabe como nos transportar para as páginas e nos fazer imaginar as cenas mais grotescas que você puder imaginar. Cada detalhe que ele escreve nos provoca diversos sentimentos e sensações, são cheios, gostos, medos, calafrios... 

Se você assistiu ao filme leia o livro e não se arrependerá. Indico. Nada que eu escreva aqui, consegue expressar realmente o que você sente ao entrar no Bates Motel.

Entrevista: Lucinda Riley

Olá gente, tudo bom? Eu e a Vivi do Razão e Resenhas conseguimos uma linda entrevista para vocês, exclusiva dos nossos blogs, a entrevistada da vez é a querida Lucinda Riley, confiram e não deixem de passar no Razão e Resenhas para prestigiar a Vivi também, afinal é sempre uma vitória conseguir trazer autores internacionais pros blogs.


Lucinda, seus livros falam sobre a vida real, tragédias e morte. Como você encara a morte?
Eu realmente não sou uma pessoa religiosa, mas eu acredito que há um poder no universo que é "maior" do que nós, seres humanos. Seria muito arrogante para nós pensar que sabemos as respostas para tudo ou que tudo pode ser explicado pelos fatos e a ciência. Então, eu estou aberta à idéia de que o espírito/alma/essência de uma pessoa continua após a morte, de alguma maneira que ainda não entendemos completamente.

Como você se sente ao terminar de escrever um livro. Você se sente triste e solitária ou feliz?
É geralmente uma mistura de emoções. Eu definitivamente sinto um pouco solitária no momento em que eu termino um livro. Eu vivo e respiro com os personagens enquanto estou escrevendo, eu habito seu mundo. Então, quando eu tenho que dizer adeus a eles pode ser muito triste. Mas eu estou sempre muito feliz e satisfeita também, sabendo que contei suas histórias da melhor maneira que eu pude.

Eu amo seus livros e os leio muito rápido, porque as histórias estão sempre muito bem escritas. Você tem uma fórmula especial de pesquisa? Você costuma visitar os países que você descreve em seus livros, para conhecer melhor a cultura e as pessoas que lá vivem?
Geralmente um lugar ou um prédio (aqui entendi como casa, mansão, castelo, como sempre são mencionados em seus livros) que primeiro me inspira a escrever. Por exemplo, com The Girl on the Cliff (A Garota do Penhasco), era a costa selvagem e bela de West Cork, na Irlanda. Eu nasci lá e vivi lá por muitos anos e eu sempre soube que um dia eu iria escrever sobre isso. Assim que eu decido sobre um local, eu faço um grande esforço de investigação em todos os aspectos da minha história. Minha pesquisa inclui sempre visitar ou re-visitar o lugar que me inspirou, a fim de absorver o máximo da atmosfera e da cultura que eu puder. Espero que isso faça com que os livros sejam mais "autênticos" para os meus leitores.

Lucinda, você considera escrever um livro um trabalho árduo?

Sim e não! Quando estou escrevendo, eu me torno totalmente imersa no meu trabalho e isso envolve muitas horas e muitas, muitas noites e madrugadas. Mas eu também considero um extremo privilégio ser capaz de ganhar a vida fazendo algo que eu amo tanto. Escrever, para mim, é algo que eu tenho que fazer - eu não "decidi" de forma racional começar um livro, é mais o caso de uma ideia para uma história que se aloja na minha mente e toma conta de mim. É como se os personagens ficassem sussurrando em meu ouvido e pedindo para serem ouvidos.

Você tem um ritual especial ou engraçado que costuma praticar antes de se sentar para escrever?

Eu muito raramente me sento em uma mesa quando estou escrevendo. Eu acho que eu trabalho melhor se me movimentar, além do que, devido a uma lesão por esforço repetitivo, eu não posso sentar-me em um teclado de computador por longas horas. Então eu "dito/falo" as palavras em meu fiel gravador ao passear ao redor da casa ou no jardim, ou sentada no chão. Minha maravilhosa assistente, Olivia, digita minhas gravações para o papel. Um ritual que eu tenho quando estou escrevendo é tomar uma taça de vinho rosé Provençal na hora do almoço. É um pequeno incentivo para me manter durante toda a manhã!

Como se sente vendo seus livros sendo lidos por pessoas de todo o mundo, e se descobrir na lista de Best Sellers em tantos países?

Eu ainda sou absolutamente humilde e espantada com a popularidade dos meus livros. Estou muito grata aos meus adoráveis leitores de todo o mundo por fazerem minha carreira possível.

Você geralmente fala sobre a 2 ª Guerra em seus livros. Foi um trabalho duro pesquisar sobre isso?

Eu não incluí deliberadamente a Primeira e a Segunda Guerra Mundiais em qualquer dos livros, isso apenas "aconteceu" como uma parte natural da história, porque parecia certo para o cenário e os personagens. É um trabalho difícil pesquisar esses momentos e acontecimentos do mundo, porque não há tanta informação disponível sobre eles, é importante ser precisa e correta até mesmo para homenagear os homens e mulheres que lutaram durante esses tempos bravos. Dito isto, eu sou uma escritora, não uma historiadora, então eu só uso dados históricos onde se encaixam em meu enredo.

Como você se sente sabendo que os seus livros, com histórias tão longas, com mais de 500 páginas, são tão bem aceitos pelos leitores? Especialmente em países como o Brasil, onde as pessoas não têm muito o hábito da leitura.
É um enorme, enorme elogio saber que meus leitores estão dispostos há investir seu tempo em meus romances. Espero que seja porque eles se tornam tão absorvidos nos personagens e na história que eles não se importam quanto tempo levará a leitura!

Você é conhecida como uma mulher irlandesa de alma "carioca". Como você se sente sobre isso? O que fez você escolher o Rio como parte de sua história em seu próximo livro? Você pode nos contar um pouco mais sobre este livro?
Eu amo essa descrição de mim! Eu não posso explicar totalmente, mas a primeira vez que visitei o Brasil, senti uma estranha conexão muito profunda com o país e seu povo. Foi neste contexto, que me fez querer escrever um livro que foi parcialmente baseado no Brasil. Eu não estou autorizada pelos meus editores para dizer muito sobre o próximo livro, exceto que ele será o primeiro de uma série de sete romances. O primeiro é definido no Brasil e Paris e está quase concluído. Estou muito, muito animada sobre isso, e sobre os outros livros da série.

Agradecemos muito sua atenção com os leitores brasileiros e pergunto se você poderia deixar uma mensagem para os leitores dos blogs, que te amam tanto...

Partindo de uma "carioca Irish"(Irish: Natural da Irlanda/ Irlandesa), eu digo obrigada do fundo do meu coração por lerem e apreciarem meus livros. Eu mal posso esperar para estar de volta ao Brasil novamente em breve.

Gente, a Lucinda é uma fofa, e foi muito atenciosa por nos ceder um pouquinho do seu tempo, o que acharam das respostas? Lindas né? 
Eu e a Vivi estamos muito felizes com essa entrevista em nossos blogs, obrigada a todos os leitores do PL e claro, do RR.
Vocês podem também conferir um vídeo sobre A garota do penhasco, clicando aqui.

Resenha: Cores de Outono - Keila Gon


  • Editora: Novo Século
  • Autora: Keila Gon
  • Nota: 
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O inesperado, o impossível, o destino... Quem ama escolhe seus caminhos, vence o medo, ultrapassa a razão, duela com a dúvida entre o certo e o fácil para seguir seu coração. Melissa encontrou em um olhar as revelações de toda uma vida e longe da lógica escolheu o caminho confuso, mas surpreendente do amor. Ela chegou à pequena cidade da montanha com a responsabilidade de cuidar de Alice, sua irmã caçula, esperando uma vida simples. Mas se viu envolvida por Vincent, um estranho arrogante, dono de irresistíveis olhos turquesa que vai levá-la através da sombra e da luz para revelar surpresas inimagináveis de um Mundo Mágico perigoso e fascinante. A cada encontro este homem misterioso amedronta e encanta; desperta sentimentos e a faz duvidar de sua coragem. Mas, antes que Melissa seja arrebatada por esse amor, ela precisa enfrentar elfos, magos e intrigas em um mundo inóspito que testará seu coração. Cores, de outono é o primeiro volume de uma saga mágica que vai instigar emoções e paixões.
Em Cores de Outono conhecemos a história de Melissa, uma jovem de 21 anos que tem a vida devastada quando perde o padrasto e a mãe, e passa a ter que cuidar da irmã de cinco anos. Em busca de uma nova vida as irmãs vão morar com seu avô, em uma pequena cidade, Melissa acaba conhecendo Vicent, um cara muito enigmático que provoca calafrios por onde passa. 

Nem preciso dizer que daí surge um sentimento avassalador, algo único, um romance maravilhoso, que faz qualquer um suspirar de amores em cada página. O mais engraçado é que apesar do romance entre eles ser bem forte, as coisas acontecem aos poucos, foi o que mais me agradou, o que mais deixou o livro natural e real. Não foi aquele romance que em uma página se conhecem e na outra já não conseguem mais viver sem o outro. Confesso que isso me irrita bastante, o ritmo desse romance foi perfeito. 

A narrativa da Keila é muito fluida, gostosa. E o enredo foi bem construído, a cada página ansiamos por mais Vicent – e Melissa. 

Mas não pense que o livro é somente romance, Vicent esconde muitos segredos que mudaram a vida de Melissa. Esse foi mais um nacional que conseguiu me prender do começo ao fim, em nenhum momento eu quis largar a leitura, ou enjoar. Keila conseguiu criar algo diferente e fofo, que nos faz delirar a cada página virada. Quando terminei de ler o livro simplesmente queria mais, ansiava por mais. 

Consegui me identificar bastante com a protagonista, ela tem uma personalidade tão forte, as vezes dá vontade de puxar sua orelha, outras vezes abraçá-la e dizer: “Isso ai garota”. 

Fora todo o universo fascinante criado pela Keila, contamos também com uma mensagem bonita, nos mostrando que devemos aceitar os outros da forma que eles são. Somos propensos a erros, e devemos aceitá-los. 

Enfim, é uma leitura muito prazerosa, delicada, amável, indico para todos que querem adentrar em um universo exclusivo de Mel e Vicent. 

Melissa é impulsiva e Vicent é grosseirão. Ambos conquistaram meu coração! – rimou.


Entrevista Bella Andre.

Olá gente, tudo bom? Estou trazendo uma linda novidade pra vocês, o PL conseguiu sua primeira entrevista internacional, com a linda Bella Andre. Vamos conferir as perguntinhas?


Paixão Literária: - Os Brasileiros amam seus livros, sua narrativa é muito envolvente ... Como você se sente ao receber tanto carinho dos seus fãs do Brasil?
Bella: - Eu adoro os meus fãs brasileiros! Estou tão feliz por eles adorarem os Sullivans.

Paixão Literária: - Os Sullivans são indiscutivelmente maravilhosos. Como foi a criação desses personagens? Você se inspirou em alguém?
Bella: - Obrigada! Eu adoro ler livros sobre grandes famílias e, assim que comecei a escrever o primeiro livro Sullivan (The Look of Love), eu me apaixonei por todos os irmãos e irmãs e sua mãe, Mary.
Eu me inspirei em todos os homens lindos e amorosos do mundo e as mulheres talentosas, inteligentes que os amam.

Paixão Literária: - Em algum momento você teve medo de as pessoas não gostam de seus livros? Para serem livros para adultos.
Bella: - Não, eu honestamente nunca me preocupei com isso. Eu adoro escrever os livros, eu fico feliz sempre que alguém se apaixona por meus Sullivans, assim como eu!

Paixão Literária: - Quais são seus novos projetos? Você pode nos contar um pouco?
Bella: - Sim, estou escrevendo o livro de Mia Sullivan - ela é uma das primas Sullivan de Seattle! Estou feliz! É muito divertido contar mais histórias sobre a família Sullivan.

Paixão Literária: - E para finalizar, deixe uma mensagem para seus fãs do Brasil.
Bella: - Muito obrigado a todos os meus fãs brasileiros por serem tão incríveis! Eu amo vocês!!


Foi isso gente, vocês gostaram? Fiquei tão feliz quando recebi o e-mail da Bella topando a entrevista.


Estou muito realizada, foi mais uma conquista pro PL, sou super fã da Bella.

Fonte: http://princesa-descolada-myla.blogspot.com/2013/03/paginacao-numerada.html#ixzz2j39CpByO