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Resenha: Cisne - Eleonor Hertzog

  • Editora: Dracaena
  • Páginas: 832
  • Nota: 
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Ninguém sabe exatamente quais são os critérios de seleção da Escola Avançada de Champ-Bleux, mas não há como discutir sua eficácia. Seus exames de ingresso não erram nunca! Entre milhares de candidatos de todos os pontos da Terra, apenas duzentos e cinquenta são escolhidos a cada semestre. E, num mundo onde ser cientista é o maior status que alguém pode desejar, a Escola Avançada de Champ-Bleux forma aqueles que são disputados a peso de ouro. Doris e Henry Melbourne são cientistas formados por Champ-Bleux. Aparentemente, são biólogos marinhos. Aparentemente, suas vidas se centram no Cisne, barco de pesquisas onde moram com os filhos. E, também aparentemente, são terráqueos... Seus filhos acreditam em todas essas aparências – ao menos por enquanto. Seguindo os passos dos pais, os jovens Melbourne fizeram os exames de ingresso para Champ-Bleux. Enquanto, cheios de expectativa, aguardam os resultados para saber se ao menos um deles entrou na Escola Avançada, veem-se envolvidos numa questão diplomática entre Terra e Tarilian, o único outro mundo habitado que os terráqueos conhecem. Inesperadamente, o futuro das relações entre os dois mundos vai ser decidido em um barco no meio do oceano! Mal sabem eles que isso é apenas o começo... Logo precisarão decidir pela Terra inteira!

Não se assuste com a grossura do livro, Cisne é um livro que apesar de conter muita informação e exigir que você se prenda por completo na leitura para que nada passe despercebido, é um livro maravilhoso de ser lido, pois a narrativa é tão sedutora que você não consegue parar de ler, você quer embarcar no Cisne e descobrir todos os seus segredos.

Em Cisne conhecemos a família Melbourne e de cara nos sentimos em casa, no começo eu ficava perdida com a quantidade de personagens e demorei um pouco para pegar o ritmo da leitura e conseguir saber quem é quem, nada que atrapalhasse a leitura.

A família Melbourne é composta pelos pais; Henry e Doris, e seus queridíssimos oito filhos – isso mesmo são oito filhos: Pam, Bobby, Lis, Tim e Tom – Gêmeos – Teo e Ted – também gêmeos – e a filha adotada, Peggy.

A personalidade de todos os personagens é algo que devemos reparar, pois o livro não conta só com os Mebourne, somos apresentados aos poucos a novos personagens e quando isso acontece percebemos que eles têm cada um, uma personalidade única e diferente, o que é muito difícil de ser criado.

Henry e Doris são biólogos marinhos, daí vem uma possível explicação para eles morarem no Cisne, uma espécie de biolab para pesquisas oceânicas. O livro tem uma diversidade incrível, são planetas, espécies, naves, mutantes, alienígenas e várias outras coisas, todas criadas pela mente magnífica da autora. Ao começar o livro você jamais imagina que irá adentrar em um universo só seu, criado sob medida e completamente entusiasmante.

A história toma um rumo surpreendente, e conseguimos imaginar cada parágrafo da maneira mais clara do mundo, graças a uma narrativa fluida e cheia de sentimentos, além de tudo é um livro muito divertido, não tem como não se envolver com os Melbourne e acabar rindo de suas peripécias.

É um livro diferente do que estamos acostumados, tenho certeza que vocês iram se surpreender e se apaixonar por Cisne, assim como eu. E o final, que final... Eleonor sabe como deixar um leitor extasiado e maluco pela continuação.

AVISO: Essa semana postarei apenas resenha aqui no blog, uma por dia. Pois preciso mesmo desatolar as coisas por aqui, atrasou tudo quando minha mãe adoeceu e eu fiquei um tempo sem atualizar o blog e consequentemente sem ler muito, mas prometo que semana que vem as coisas voltam ao seu fluxo normal. Agradeço a compreensão e espero que vocês aproveitem as resenhas.

Resenha: Garota, Interrompida - Susanna Kaysen

Editora: Única
Páginas: 190
Nota: 


Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Susanna Keysen era uma delas. Sua lucidez e percepção do mundo à sua volta era logo que seus pais, amigos e professores não entendiam. E sua vida transformou-se ao colocar os pés pela primeira vez no hospital psiquiátrico McLean, onde, nos dois anos seguintes, Susanna precisou encontrar um novo foco, uma nova interpretação de mundo, um contato com ela mesma. Corpo e mente, em processo de busca, trancada com outras garotas de sua idade. Garotas marcadas pela sociedade, excluídas, consideradas insanas, doentes e descartadas logo no início da vida adulta. Polly, Georgina, Daisy e Lisa. Estão todas ali. O que é sanidade? Garotas interrompidas.

Você se considera louco? O que é ser louco pra você. Em meados de 1967 ser louco era fazer qualquer coisa que fosse contra os parâmetros que a sociedade impunha, depressão era loucura, se apaixonar por um professor ela loucura. Portanto Sussana Kaysen era considerada duplamente louca, além de ser depressiva acabou tendo um relacionamento com seu professor durante sua adolescência. E sabem o mais revoltante? Foi mandada para um hospício.

Garota Interrompida é um livro baseado em fatos reais, composto por acontecimentos fortes e que nos fazem pensar aonde a mente fechada e decrépita do ser humano pode chegar. Após algum tempo no hospício, Sussana começou a se questionar se realmente era louca. A depressão que ela tinha a levou a uma tentativa de suicídio, certamente. Sim, Sussana tentou tirar a própria vida. Um fato interessantíssimo é que o livro nada mais é do que uma autobiografia, aonde a autora e protagonista vai nos contar em detalhes os trágicos momentos que viveu dentro de um hospício.

Sussana não estava só, Lisa, Polly, Georgina e Daysi são as garotas com que ele teve que conviver durante o tempo que ficou lá. Todas dadas por loucas. A narrativa é muito forte, são relatos que até chocam, nos mostrando o quão o mundo pode ser injusto e impetuoso e o quão a sociedade pode ser preconceituosa.

A autora narra diversos personagens que vão adentrando ao hospício, cada um com suas peculiaridades, entre eles anoréxicos, drogados e depressivos, todos com um único intuito, tentar encontrar a sanidade que lhes foi imposta como perdida, alguns com loucuras avançadas, outros apenas passando por momentos difíceis, e é essa parte que mais choca, pois pensamos: Por que essa pessoa está ai?

O nome do livro faz todo sentido, Susanna deixa bem claro que enquanto o seu mundo parou no momento que ela entrou pelas portas do hospício, lá fora tudo continuo girando e tomando seu rumo naturalmente.

A diagramação está perfeita, contamos com cartas, diagnósticos clínicos, notas de progressos e notas sobre o seu estado feitas por enfermeiras. A narrativa não tem uma ordem sucessiva, intercalando entre passado e presente, o que pode comprometer a sua leitura se você não estiver atendo aos ganchos. Fora isso a narrativa é bem fluida.

É um livro que mexe com você, com seus sentimentos, com seus pensamentos, faz você pensar e repensar na vida, nas pessoas, nas coisas. A autora nos passa muito sentimento, apesar de todo o enredo ser carregado de vibrações negativas – veja bem, estou falando isso levando em consideração aos acontecimentos.

Em outras palavras, um ótimo livro, fabuloso, porém diferente.

  

Lançamentos Editora Gente - Única Editora

Oi gente, como estão? Vamos conferir alguns lançamentos da Editora Gente e da Única Editora? Eles estão bem legais, quero saber qual vocês querem ler. Cliquem na imagem para saber mais sobre os lançamentos.


Resenha: O Trio - Alane S. A. Brito


  • Editora: Novo Século
  • Páginas: 510
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“Davi ainda precisou de uns instantes para organizar mentalmente o enredo da história... De fato, para ele mesmo, seria muito bom expor suas lembranças e assim, após tantos anos, alguém mais saberia quão especial ele considerava ter sido a sua infância..." Davi achava que seus piores problemas seriam dividir o forte sentimento que ele e seus dois amigos, Nelson e Jordan, nutriam pela mesma menina e tentar tornar a conturbada vida de um deles menos sofrida. Até que ao completarem dezoito anos a pequena vila no meio do nada onde moravam é invadida por homens violentos. É quando começa o maior desafio de suas vidas... Davi e Nelson conseguem fugir com mais alguns e, após se deparar com o sofrimento do amigo, Davi sente-se obrigado a retornar ao palco do grande massacre para resgata r Jordan. Para levarem ajuda aos outros sobreviventes que estão aprisionados, os três terão que juntar forças com seus desafetos, a fazer difíceis escolhas, e acabam descobrindo que, no fundo de suas almas, guardam uma grande garra e coragem jamais experimentados por nenhum deles... Existem erros tão graves que jamais possam ser perdoados? Abriria mão de um verdadeiro amor por causa de uma grande amizade? Descubra nessa história que é uma grande lição de amor, amizade e perdão...

A primeira coisa a se ressaltar nesse livro é o fato da Alane conseguir anexar mensagens lindas sobre amizade, lealdade, amor e confiança em um enredo que foge completamente da “auto-ajuda”. Não pense que você vai ler esse livro e vai sair deprimido, chorando aos montes, pois a vida não é fácil e blá blá blá. Pelo contrário, ao finalizar o livro eu o fechei com aquela sensação de dever cumprido, eu nem sei exatamente o porquê, sei que o livro me proporcionou grandes momentos os quais eu não esquecerei.

Além de fugir da Auto-ajuda, o livro não é sobrenatural, não tem fadas, nem monstros assustadores, e aquelas coisas que jamais vão acontecer realmente, ele é mais real, com pessoas como nós, e, diga-se de passagem, a Alane constrói personalidades de uma maneira fabulosa, tanto que você acaba achando que tudo aquilo que se passa por essas páginas é real. Personagens tão reais a ponto de você achar que eles são aqueles vizinhos ali do canto da sua casa, tão reais, tão próximos.

Bom, conhecemos a história de três amigos – obvio, o titulo do livro condiz muito – Davi, Nelson e Jordan, os três nutriam o mesmo sentimento pela mesma garota, como vocês puderam perceber na sinopse.

Alane consegue nos fazer sentir mil coisas, quando você menos espera aquelas lagrimas já estão saindo de seus olhos, os três amigos passam por várias aprovações, e a história deles vai além de brincadeiras infantis. Fico fascinada toda vez que lembro a história, pois os três são tão reais – eu sei que já disse isso, mas é realmente um ponto que eu quero valorizar, pois pra mim foi fabuloso. Desentendimentos que passamos com nossos amigos, a amizade colocada em prova, as divergências, os afastamentos, as reconciliações.

E a pergunta que não quer calar: Você abriria mão de um grande amor por uma amizade? Se a amizade for verdadeira ela pode ser abalada por acontecimentos passados?

As páginas de O Trio nos fazem pensar, imaginar e tirar muito proveito de suas palavras nos faz dar mais valor nas amizades, nos faz saber perdoar, ter esperança, amar incondicionalmente, sofrer a perda, chorar sem medida se isso te fizer melhor. 

Uma narrativa tão simples e ao mesmo tempo tão maravilhosa. Venha se aventurar com O Trio e descubra o verdadeiro significado da palavra: Amizade. 

Resenha: Tipo Destino - Susane Colasanti

Título: Tipo Destino                                           Autora: Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito                                     Ano: 2013
Páginas: 288                                                       Estrelas: 2/5




Lani e Erin são melhores amigas, embora não tenham muito a ver uma com a outra. Lani é uma taurina tranquila e Erin é a impetuosa leonina. Uma adora Astrologia (e outras artes adivinhatórias também) e ficar em casa; a outra gosta de pessoas e baladas. Suas preferências — incluindo pizzas e meninos — são bastante diferentes, ou eram, até que Erin começou a namorar Jason… Assim que Lani conheceu o namorado de Erin, sentiu uma enorme conexão com ele. Uma sensação de que já se conheciam a vida toda. E, apesar de acreditar que ele sentia o mesmo, ela sempre soube que Jason estava fora de cogitação, afinal, ele era quem ele era! Ela decidiu ignorar seus sentimentos. Não importava o quanto quisesse ficar perto de Jason, nada a demoveria da ideia de se manter distante dele. Então, Erin viajou durante todo o verão




 Infelizmente eu não posso tecer elogios sobre esse livro...

A começar que se trata de um assunto um tanto que complicado: traição entre amigas. Para escrever uma história com essa temática e conseguir algum êxito a autora tem que ser incrível e eu sinto em dizer que a Susane não foi feliz nessa obra.

Achei tudo muito superficial, a emoção dos personagens, o relacionamento entre eles...E havia aquele típico colégio “americano” em que tudo é levado a sério e todos se tornam maus...Incrível como as pessoas podem ser malvadas por causa de simples boatos e nem se importam em descobrir a verdade.

E então a autora tentou usar exoterismo para dar algum conteúdo ao livro, a protagonista, Lani é muito viciada nesse tipo de coisa, lê o horóscopo, pratica meditação, vê essas coisas de leitura de mão, vidência, tarô, numerologia, mapa astral e mais alguns outros. E não é que eu seja preconceituosa ou tenha algo contra essas...crenças, mas a autora simplesmente pegou todos os assuntos exotéricos e despencou em cima da Lani, de forma que realmente se tornou um exagero.
Erin no começo era como qualquer amiga...era popular, falava muito e tinha certo...egocentrismo, mas eu via algumas qualidades nela. E então, lá pro final, se tornou uma vaca total e você pode até pensar que foi com razão dado ao acontecimento obvio que terá, mas não...

Logo no início estava óbvio a atração entre Lani e Jason, todos viam isso, menos, é claro, a namorada dele e melhor amiga dela, Erin. E aí eu me pergunto, por que é que ele estava namorando com a Erin, a princípio?
Grande parte da história se passa na escola, mesmo que haja várias cenas na casa de Lani, no entanto, é na escola que ocorre basicamente a maioria das coisas. E isso inclui as ruins e as boas. A autora em vez de ter tentado fazer algo diferente, mudar a visão que temos de que os norte-americanos são uns idiotas no colegial, apenas reforçou mais ainda essa imagem para os leitores.

No final do livro eu não sabia quem odiava mais, se era Lani por ser tão passiva e idiota ou Erin por ser uma egoísta e mentirosa. Sério, as duas me irritaram profundamente. E há também Danielle, que eu acreditei ser uma personagem maravilhosa e que me surpreendeu totalmente depois.

O final então foi a coisa mais sem-noção do mundo. Terminei o livro e fiquei encarando a última página durante alguns minutos não conseguindo acreditar que foi só aquilo. Eu queria...argh, falar umas poucas e boas pra autora.

Concluo este livro não o recomendando a ninguém, porque realmente não vale a pena perder tempo com algo tão sem-noção, sem conteúdo e sem um final que presta. Só dou duas estrelas (o que pra mim foi muito) por causa dos personagens Blake e Jason, esses sim quase valeram a pena todo o sacrifício que foi ler este livro. Quase.


Resenha: O Circo Mecânico Tresaulti - Genevieve Valentini


  • Editora: Darkside
  • Páginas: 320
  • Nota:  
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“Respeitável público, sejam bem vindos ao incrível Circo Mêcanico Tresaulti, o lugar para quem acredita no mundo mágico que nos rodeia. Permita-me conduzi-lo por uma viagem única através da luz e das sombras onde descobriremos juntos uma nova forma de ver tudo e a todos. Onde não existe limite entre o picadeiro e a plateia, onde tudo é real e o único limite é a nossa vontade de sonhar.”

Respeitável público, sejam bem vindos ao incrível Circo Mecânico Tresaulti,– ok, eu precisava começar essa resenha falando isso.


É impossível não ressaltar a magnitude da capa, um dos grandes motivos do meu encantamento pelo livro. A história é original, nunca tinha me aventurado em uma história tão envolvente e diferente, no livro conhecemos a história da trupe do Circo Tresaulti, o cenário é pós apocalíptico, e o circo tem o intuito de divertir e fazer com que as pessoas esqueçam todas as marcas de uma guerra.

Não esperem um livro fácil, O Circo Mecânico é quase uma poesia, a autora intercala pequenos capítulos entre presente, passado e futuro, ou seja, demora um pouco para você começar a encaixar os pontos.

Um dos pontos que mais me chamou atenção foi à enigmática Boss, ela é quem comanda o circo, e os integrantes do mesmo são pessoas que de alguma forma sofreram por causa da guerra, ex-soldados, vítimas... Boss tem um “dom” de transformar seus corpos até então mutilados por causa da guerra, usando artifícios como cobre e aço, criando assim pessoas mecânicas, com diversas partes do corpo modificadas, dando a aparência de um “robô”, com direito a engrenagens, força absurda e tudo mais – Nesse ponto a capa fez mais sentido pra mim, não só a capa, mas o titulo também. Diria até criaturas sobrenaturais.

De inicio eu encarava o que a Boss fazia como algo estranho, talvez errado. Mas depois eu percebi que ela não fazia nada mais do que dar outra chance para eles.

Existem outros conflitos durante o livro, tanto dentro do circo, com relação aos personagens “duelando” entre si, para ver quem tem mais poder, quanto o governo tentando de todas as formas transformar os integrantes do circo em artifícios bélicos, ou seja, usá-los na guerra, o que já era de se esperar com relação aos seus potenciais. 

O steampunk veio com tudo nesse livro, ressaltando vários pontos importantes e presentes na sociedade como ambições, ganâncias, esperança, entre outros.


Quem quiser se aventurar nesse universo mágico e poético, é uma boa pedida.

Entrevista - Mariana Mello

Olá gente, como vocês estão? Hoje vamos conferir uma entrevista com a querida Mariana Mello, autora dos livros: Beijos & Batom, Lembre-se de Morrer e Escrito em Linhas Tortas, que inclusive está disponível para download grátis na Amazon, clique aqui e garanta o seu.


















Paixão Literária: Como se deu o processo de criação de Beijos & Batom? De onde surgiu a idéia para o livro?

Beijos & Batom nasceu da minha paixão por séries americanas como Gossip Girl e A vida secreta de uma adolescente americana (que também são livros). Os personagens são adolescentes, irresponsáveis, desvairados, que cometem muitos erros pela falta de experiência. Cada capítulo é recheado de inúmeros acontecimentos e confusões que existem no dia a dia de todos nós, por isso, dá para dizer que os personagens são bem verossímeis e com certeza se assemelham a algum amigo que conhecemos. É um livro que promete emoção a cada virada de página!

Paixão Literária: Qual a sua pretensão com relação ao seu novo livro “lembre-se de morrer”?
“Lembre-se de Morrer” é meu primeiro lançamento em editora de um romance sobrenatural, tema que sempre me agradou! É um livro que propõe reflexões complexas sobre os mistérios da vida, da morte e da mente. Há nesse livro muitos simbolismos que se mesclam para dar vida ao cenário. É uma história sóbria, construída na saudade. É um romance, bem intenso, que beira o paranormal.

É sem dúvida, uma das obras das quais mais me orgulho de ter escrito. Não faço pretensões de poética, minha escrita é bem leve, dinâmica, envolvente... Não fico firulando palavras para descrever uma roupa, por exemplo... Mas em “Lembre-se de Morrer” tudo tem mais de um significado...! Não falarei demais, deixarei que vocês leiam a obra e descubram os mistérios!

Paixão Literária: Com relação aos seus personagens, sempre tem aquele que a gente gosta mais, no seu caso, qual foi o melhor personagem que você criou?

Tenho uma relação de carinho com todos os meus personagens! Costumo deixar que eles mesmos criem vida, de um jeito que se tornem tão sólidos como pessoas conhecidas. Mas com certeza os personagens de Lembre-se de Morrer – Agnes e Lucian – são únicos. Criei primeiro o Lucian, ele é representado pela “Chuva”; e depois a Agnes, que é representada pelo “Arco-Íris”. Faço diversas menções sobre isso no livro e espero que os leitores mais críticos possam perceber a poesia nessa questão... É uma relação de esperança, que existe no amor. Como estar em um mundo cinza e a pessoa que a gente ama estender pra gente uma cartela de lápis-de-cor.

Paixão Literária: Conte-nos um pouco sobre seus futuros projetos?
Hmmmm... Não posso estragar a surpresa!

Em 2014 terei títulos lançados, mas ainda não posso dizer as editoras e os nomes dos livros! (Aguardem mais um pouquinho!) Sou uma escritora muito volátil, escrevo rápido! Gosto de fantasia e de romance, com uma gigantesca preferência por livros Young Adult e New Adult! Podem esperar muita novidade nesses temas!

Os leitores tem me pedido muito a continuação de “Lembre-se de Morrer” e dentre meus futuros lançamentos está previsto um “Livro 2”, ainda não posso revelar o título e nem data de lançamento, pois estou produzindo-o, mas a previsão é para 2015.J

Paixão Literária: Quais os maiores benefícios que o mundo literário te proporcionou?
Eu conto histórias desde que me dou por gente, mas a maioria ficava em cadernos de escola que foram descartados ao longo dos anos... Sempre fui muito tímida e com vergonha de mostrar o que eu escrevia! Nunca pensei em publicar nada, até que a oportunidade surgiu!O legal de ter publicado é que muita gente tem lido as histórias, gostam, comentam... Isso ajuda você a sair um pouco do casulo! Ainda é difícil falar de mim, mas agora as pessoas querem ouvir o que eu tenho a dizer, é bem diferente. Entrar para o mundo literário como profissional da escrita – não apenas como leitora – me proporcionou a conhecer muitos autores e pessoas que querem um dia se tornar autores! Infelizmente a cultura – especialmente a contemporânea – ainda é pouco valorizada no Brasil, mas espero ver esse cenário mudar!

Paixão Literária: Os seus livros estão sendo reconhecidos da maneira que você esperava?
Isso é sempre difícil de responder! A maioria das pessoas atrela reconhecimento ao número de exemplares vendidos, mas eu não. Gosto que leiam, que comentem, que digam o que gostaram de ler e o que não gostaram. Acho mais gratificante quando alguém diz pra mim que pegou um livro de minha autoria emprestado do amigo e gostou do que leu, do que quando diz que comprou, mas ainda não leu! No momento, estou sim muito feliz pelo reconhecimento, não recebi críticas negativas! Espero que “Lembre-se de Morrer” surpreenda a todos! É uma narrativa muito diferente do meu primeiro lançamento, o “Beijos & Batom”; são livros muito diferentes.

Paixão Literária: Qual seu grande sonho como autora?
Publicar no mínimo um livro por ano! Ahhh, que audaciosa, não é? Mas eu gosto de escrever e tenho bastante imaginação ainda para criar muitas coisas! Por enquanto, estou conseguindo manter a meta de um livro por ano, mas espero que em breve, esse número se multiplique. Claro que sonho – bem distante – com uma série feita com meus livros, mas sei que no Brasil tudo acontece diferente de Hollywood!

Paixão Literária: Para aquelas pessoas que não conhecem seu trabalho, qual seu recado a elas?
Que deem uma chance!Sei que o livro no Brasil não tem preço acessível para todos, mas acho que o E-book ajuda nesse aspecto. A Amazon, por exemplo, tem um aplicativo que você baixa em seu computador e lê. A Editora Modo, que publica meus dois livros, possui capítulos para degustação em seu perfil e vira e mexe trechos para vocês conhecerem a obra são publicados.

Para quem gosta de séries americanas, mais paixão do que o amor mesmo, eu recomendo Beijos & Batom; um Young Adult leve, com humor e drama. Já para quem prefere aquele amor para vida toda, com toques sobrenaturais, “Lembre-se de Morrer” é a escolha certa, ele beira um New Adult.

Paixão Literária: Cite uma passagem de um de seus livros que você julgue importante (Aquela parte que vai fazer os leitores correrem para adquirir o livro).
É difícil escolher um trecho só, mas esse trecho abaixo acontece logo no comecinho de Lembre-se de Morrer e é o encontro da Agnes com o Lucian. A cena inteira é descrita em dois POV (o dela e o dele), alternando. Esse é um trecho do POV dele!

“Lucian sentiu apenas um puxão em seu braço direito e caiu da ponte, mas para o lado errado. Um momento de confusão remexeu seus pensamentos, como se batesse o cérebro dentro de um liquidificador. Abriu os olhos.

Dois bracinhos delicados o seguraram por trás, enlaçando-se juntos, segurando forte sua camiseta da escola, em um ato quase desesperado, mas com uma força sem igual. Imaginou que fosse um policial, mas reparou que quem o segurava era uma garota, por causa das unhas pintadas de forma esquisita, como se fosse um arco-íris, com esmaltes multicores. Enquanto todas as outras coisas eram cinza, aquelas unhas eram coloridas, tão coloridas que vê-las o deixou feliz.

Caiu sentado, perdendo o equilíbrio, bem em cima de uma poça de água. As pessoas ao redor se moveram. Ouviu uma ou duas pessoas gritarem e todo mundo meio que parou de andar, abrindo espaço.

Tentou se soltar da garota que o segurava, girando um pouco o corpo e empurrando-a pelos ombros, mas ela estava abraçada com ele como uma criança que não quer soltar um brinquedo de pelúcia.

– Meu Deus do céu, você é maluco! – Agora ela tremia assustada, com a face enterrada em seu ombro e um abraço de urso desesperado. – Não faz mais isso, nunca mais! – A voz ofegante, quase sem ar.” – Página 25; Lembre-se de Morrer.

Paixão Literária: E por último, sinta-se a vontade para deixar um recadinho aos leitores do Paixão Literária.
*tímida*

Primeiramente, muito prazer em conhecer vocês e obrigada pela oportunidade! Vocês podem me adicionar no Twiter (@Beijosebatom), que eu sigo vocês de volta e estou sempre aberta para conversar! Espero que após a entrevista, vocês me deem o prazer de ler um de meus livros e dizerem o que acham! Tenham uma ótima semana!

Um beijo!


Saiba mais sobre a Autora:

Mariana Mello Sgambato é santista e mora em Santana de Parnaíba. Formada em Comunicação Social – Produção Editorial na Universidade Anhembi Morumbi e possui diploma em Criação de Roteiro para Produções. Ganhou concursos literários nos anos de 1994-95-96, teve um roteiro de rádio premiado e produziu um curta-metragem independente na faculdade. Já publicou o romance juvenil Beijos & Batom (2012 - 22ª Bienal do Livro de SP). Próximas publicações: um romance diferente Segredos de um amor de Verão (2013) e o romance sobrenatural young adult Lembre-se de Morrer (breve- 2013), todos pela Editora Tradicional Modo.

Citações de Quinta #11

Oi gente, tudo bom? E mais uma quinta com alguns quotes fofos para vocês, espero que aproveitem e gostem bastante.















“Pode ser injusto, mas o que acontece em poucos dias, às vezes até uma única vez, pode alterar o rumo da sua vida inteira.”
- O Caçador de Pipas, Khaled Hosseini

"Esta música é pra cada coração partido, para cada sonho perdido, para cada subida e para cada descida. E para toda pessoa que já se sentiu sozinha. E essa noite, esta música é para você."
- A Última Música, Nicholas Sparks

"Cada qual acredita que o que tem a dizer é muito mais importante do que qualquer coisa que o outro tenha a contribuir"
- Harry Potter, J. K. Rowling

"A primeira vez que a pessoa se apaixona muda a vida dela para sempre, e por mais que você tente, o sentimento nunca desaparece."
- Diário de Uma Paixão, Nicholas Sparks

"Sabe por que eu te quero? Eu não sabia que estava perdido até que você me encontrou. não sabia que estava sozinho até a primeira noite em que passei na minha cama sem você. Você é a única coisa certa na minha vida. Você é o que eu sempre esperei, Beija-Flor."
- Belo Desastre, Jamie McGuire

“- Pode um homem continuar a ser valente se tiver medo?
- Esta é a única maneira de um homem ser valente.
- As Crônicas de Gelo e Fogo - A Guerra dos Tronos, George Martin

Resultado Top Comentarista



Olá gente, tudo bom? Primeiro quero agradecer a todos os participantes, sem vocês o blog não seria nada. Quero também avisar que esse mês não teremos top comentarista de novo. Provavelmente esse será um mês fraco aqui no blog, fim do ano chegando e um monte de obrigação chegando. Peço a compreensão de vocês, breve voltaremos com mais tops e concursos culturais recheados de prêmios legais pra vocês.

Vamos ao que interessa, esse mês tivemos vários participantes, mas alguns não comentaram certinho e acabaram sendo desclassificados. Abaixo segue a tabela.


Como vocês viram, as finalistas da vez são: Maria Valéria, Michelle Ladislau, Tahis Aguiar, Rossana Batista, Roberta Moraes e Gladys Sena... E os números da sorte delas são:


Como sempre acontece, quando há empate o random.org é quem decide pra quem o prêmio vai. E dessa vez ele escolheu a Michelle Ladislau como vencedora, parabéns querida, você tem até 48h para responder meu contato, caso contrário o sorteio será refeito.
Espero que vocês não me abandonem, mesmo não rolando top esse mês, qualquer postagem dessas eu sorteio vários marcadores pra vocês. 

Resenha: A culpa é das Estrelas - John Green


  • Editora: Intrínseca
  • Páginas: 288
  • Nota:  
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Mais informações em: http://aculpaedasestrelas.com A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Essa provavelmente é a resenha mais difícil que eu já escrevi pro blog. Eu não tenho palavras para expressar o que senti ao ler o livro. Algumas pessoas me julgaram por ter me emocionado e gostado imensuravelmente do livro, alegando que o Green não sabe escrever, que usa de “termos médicos” não existentes e afins. Primeiramente quero me defender dessas acusações, com relação a parte da medicina, no inicio ou no fim do livro, não me lembro bem. John diz que tudo ali foi inventado por ele mesmo, inclusive o remédio que ajuda a controlar o câncer, pois ele não tem nenhuma experiência médica para escrever tudo ao pé da letra, vamos combinar. E as pessoas têm uma péssima mania de querer criticar tudo a sua volta por miseras besteiras. Para mim o livro vai além de termos médicos, a mensagem que Green tentou nos passar é bem maior que mesquinharias.

Em ACEDE conhecemos o amor da forma mais pura e bonita que ele poderia ser apresentado, Hazel e Augustus são jovens com uma coisa em comum: O Câncer. Pode-se dizer que eu já li quantidade razoável de romances, todos tinham uma coisa em comum: O casal perfeito, ambos com suas particularidades, porém em suma é aquele romance idealizado, que você não consegue ver pessoais comuns vivenciando. Normalmente os autores têm uma visão distorcida de romances, nem sempre o casal tem que ser a Barbie e o Ken.

Como todos já devem saber o livro é narrado pela Hazel, e somos transportados para seu pequeno mundinho de cateteres de oxigênio, idas ao médico, grupos de apoio a jovem com câncer. Hazel não tinha mais forças para lutar contra o câncer, então eis que surge um remédio chamado Augustus. Ela o conhece nesse grupo de apoio, e descobre que o Gus é o melhor amigo do Isaac, um dos seus colegas de grupo. Isaac é um personagem que me cativou muito, sua deficiência me comoveu horrores.

São diversas emoções jogadas na sua cara, de maneira intensa. É engraçado como Green consegue transformar uma história aparentemente engraçada em algo melancólico a ponto de me fazer chorar.

Pode me chamar de boba e chorona, mas eu realmente me emocionei com a leitura, fiquei até com medo de borrar o livro com as lágrimas. Muita gente não chegou ao ponto de chorar ao ler esse livro, mas eu tenho certo receio com relação a livros que abordem o câncer como tema central, pois perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida pro câncer, então toda e qualquer história que o envolva, mexe com meu psicológico. Tanto que li esse livro em um dia e após dois dias já estava relendo, sabe aquela conexão que você cria com determinados personagens? Aquela maldita conexão que não te deixa tocar a tua vida, ou ler outros livros sem em algum momento acabar pensando na história? É como se o livro te puxasse para dentro de suas páginas e te fizesse reviver ou viver algo que te marca de alguma forma.

São aqueles momentos que você se recusa a perder algum personagem simplesmente pelo fato das páginas terem acabado. Pois você não se conforma com apenas isso, não pode ser só isso, é um elo tão grande entre a ficção e a realidade que parece existir um mundo paralelo entre elas, uma realidade fora da nossa realidade. “Alguns infinitos são maiores que os outros...”

Acredito que o livro mexeu de uma forma muito diferente comigo e meu subconsciente, eu estou totalmente dependente dele, não consigo ficar um dia sem folheá-lo, ler algum trecho, e toda vez que penso na história em si, meu coração chega a doer. Uma sensação inexplicável, indescritível, nunca senti isso antes. Alguém pode me explicar o que o Green fez comigo?

Ok, vou tentar descrever o que estou sentindo. Sabe quando você gosta demais de uma pessoa e subitamente o mundo te separa dela? É uma das maiores dores do mundo, você perder alguém que ama. Quando minha avó faleceu, eu achei que jamais conseguiria superar, mas o tempo passou e a dor se transformou em belas lembranças dos momentos bons que passamos juntos. Eu sei que é loucura, pois ACEDE não tem muito a ver com a minha vida em si, mas eu sou do tipo emotiva, e quando o assunto em questão é câncer eu simplesmente piro, pois não consigo pensar na hipótese de perder outra das pessoas que eu amo. Daí você vai me dizer: “Kéziah, é só um livro e você não perdeu nada”. EU SEI! Nunca pensei que um livro iria me marcar tanto, não há uma explicação lógica – ou há?

Bom, chega. Acho que já estou falando besteira demais e ninguém vai querer ler isso!

E para finalizar, ACEDE me conquistou do inicio ao fim, me cativou, me deixou presa nessa história de uma forma que eu ainda não consegui superar. Vocês até podem dizer que estou exagerando, que o livro não é tudo isso, mas é inevitável, dessa vez eu não escolhi o livro, e sim ele me escolheu.

E pra quem quiser chorar um pouco comigo, ouça abaixo a música de ACEDE.

Resenha: Quando uma Garota entra em um Bar - Helena S. Paige


  • Editora: Novo Conceito
  • Páginas: 241
  • Nota: 
  • Skoob

Então você se arrumou toda para uma noite de amigas, daquelas onde só as mulheres participam, mas suas amigas mudaram de planos sem avisar e, agora, você está sozinha em um bar superbacana, arrumada e perfumada, e sem saber bem para onde ir... O que você faz? Aproveita que já está por ali, pede uma tequila e dá uma boa olhada no yuppie que está na mesa ao lado? Ou pede uma cerveja e vai pra perto do palco arrebatar o baterista? Pode ser que você prefira uma paquera com o rapaz de botas de bico fino e músculos trabalhados que está encostado à parede. Ou, quem sabe, tomar um café com o bombeiro que está cuidando da segurança dos clientes e que, neste instante, está verificando o funcionamento do extintor... E isso tudo só pra começar! A escolha é sua — e você tem um mundo de possibilidades nesta noite que parecia começar mal! Só não espere que esta experiência seja como outra qualquer, porque esta noite ficará definitivamente marcada em sua memória de erotismo e paixão. Divirta-se com esta definitiva experiência sensual onde você, e só você, terá o controle de seu próprio prazer!


Quando uma garota entra em um bar tem uma premissa muito diferente, eu não sabia muito bem o que esperar quando comecei a leitura, mas depois de algumas páginas eu já havia me deleitado completamente com a narrativa envolvente, e a proposta da interatividade com os leitores me deixou mais empolgada ainda. Foge do que estamos acostumados, principalmente quando estamos falando de livros hots – que convenhamos, tem sempre o mesmo contexto.


Não temos um personagem principal, ou melhor, o personagem principal é você, conforme suas escolhas o final pode ser diferente. Como assim Kéziah? Veja bem, no final de cada capitulo temos algumas perguntinhas, e conforme as suas respostas vocês são direcionados a outra parte do livro. Ainda não entendeu? 

No inicio do livro você está se vestindo para sair, e tem várias opções para usar como: Uma calcinha roxa, uma calcinha modeladora, uma calcinha folgada, ou nada – ousada. Se você optar pela calcinha roxa vá à página tal, se você optar pela calcinha folgada vá para página tal, e assim sucessivamente, deu pra entender?

O grande diferencial do livro é em si essa possibilidade de escolhas, é diferente do que estamos acostumados, pode até ser inusitado, o mais legal é que você pode ler o livro algumas vezes e os finais serão sempre diferentes.

Não espere o melhor livro da sua vida, esse livro nada mais é do que um passatempo, um livro feito para entreter e nos tirar um pouco da rotina, sem grandes acontecimentos, que visa as vontades dos leitores, e isso é muito legal, você se sente no poder, afinal não é sempre que você pode mudar o final de um livro, né?

Bom, basicamente a história principal é a seguinte, você marcou com sua melhor amiga de ir aquele bar para descontrair, se prepara e escolhe a melhor roupa – e a calcinha você decide qual usar. Mas, quando você chega ao bar a sua amiga manda uma mensagem dizendo que não poderá te encontrar, daí começa as decisões que podem afetar o percurso da história. Você ficaria ali sozinha no bar curtindo a noite ou iria para casa, ou quem sabe tentaria conquistar aquele gatinho que está a horas te olhando?

O ponto negativo do livro – responsável por uma estrela a menos – é que ele é muito curto, e faltou um pouco mais de ação em determinados momentos, não ação do tipo “tiros, sangue, assassinatos”, mas ação no sentido de mais acontecimentos para que a história ficasse mais desenvolvida.

Como falei antes, é um ótimo livro para entreter.

Citações de Quinta #10

Oi gente, vamos conferir mais uns lindos quotes que separei para vocês?














"Você é linda, sua velha rabugenta, e seu pudesse te dar só um presente para o resto da sua vida seria este.
Confiança. Seria o presente da Confiança ou isso ou uma vela perfumada."
- Um dia, David Nicholls

"Você pode amar muito alguém, mas você nunca pode amar uma pessoa tanto quanto pode sentir falta dela."
- John Green
"Você ainda está tentando me proteger. Real ou não real?", ele sussurrou.
"Real", eu respondi. "Porque é isso que você e eu fazemos, protegemos um ao outro."
- A esperança, Suzanne Collins.
"O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece; O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier."
- Um amor para Recordar, Nicholas Sparks
"Por um momento, deixei-o todo marcado debatom, no peitoral lindo, musculoso e tatuado, na cintura, em seu
oblíquo charmoso, no pescoço, no pulso e na boca! Minhas marcas.
Agora ele estava marcado por mim, por minha dose de sensualidade, de loucura..."
- Batom Vermelho, Vanessa de Cássia
Fonte: http://princesa-descolada-myla.blogspot.com/2013/03/paginacao-numerada.html#ixzz2j39CpByO