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Resultado Top Comentarista



Olá gente, tudo bom? Primeiro quero agradecer a todos os participantes, sem vocês o blog não seria nada. Quero também avisar que esse mês não teremos top comentarista de novo. Provavelmente esse será um mês fraco aqui no blog, fim do ano chegando e um monte de obrigação chegando. Peço a compreensão de vocês, breve voltaremos com mais tops e concursos culturais recheados de prêmios legais pra vocês.

Vamos ao que interessa, esse mês tivemos vários participantes, mas alguns não comentaram certinho e acabaram sendo desclassificados. Abaixo segue a tabela.


Como vocês viram, as finalistas da vez são: Maria Valéria, Michelle Ladislau, Tahis Aguiar, Rossana Batista, Roberta Moraes e Gladys Sena... E os números da sorte delas são:


Como sempre acontece, quando há empate o random.org é quem decide pra quem o prêmio vai. E dessa vez ele escolheu a Michelle Ladislau como vencedora, parabéns querida, você tem até 48h para responder meu contato, caso contrário o sorteio será refeito.
Espero que vocês não me abandonem, mesmo não rolando top esse mês, qualquer postagem dessas eu sorteio vários marcadores pra vocês. 

Resenha: A culpa é das Estrelas - John Green


  • Editora: Intrínseca
  • Páginas: 288
  • Nota:  
  • Skoob

Mais informações em: http://aculpaedasestrelas.com A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Essa provavelmente é a resenha mais difícil que eu já escrevi pro blog. Eu não tenho palavras para expressar o que senti ao ler o livro. Algumas pessoas me julgaram por ter me emocionado e gostado imensuravelmente do livro, alegando que o Green não sabe escrever, que usa de “termos médicos” não existentes e afins. Primeiramente quero me defender dessas acusações, com relação a parte da medicina, no inicio ou no fim do livro, não me lembro bem. John diz que tudo ali foi inventado por ele mesmo, inclusive o remédio que ajuda a controlar o câncer, pois ele não tem nenhuma experiência médica para escrever tudo ao pé da letra, vamos combinar. E as pessoas têm uma péssima mania de querer criticar tudo a sua volta por miseras besteiras. Para mim o livro vai além de termos médicos, a mensagem que Green tentou nos passar é bem maior que mesquinharias.

Em ACEDE conhecemos o amor da forma mais pura e bonita que ele poderia ser apresentado, Hazel e Augustus são jovens com uma coisa em comum: O Câncer. Pode-se dizer que eu já li quantidade razoável de romances, todos tinham uma coisa em comum: O casal perfeito, ambos com suas particularidades, porém em suma é aquele romance idealizado, que você não consegue ver pessoais comuns vivenciando. Normalmente os autores têm uma visão distorcida de romances, nem sempre o casal tem que ser a Barbie e o Ken.

Como todos já devem saber o livro é narrado pela Hazel, e somos transportados para seu pequeno mundinho de cateteres de oxigênio, idas ao médico, grupos de apoio a jovem com câncer. Hazel não tinha mais forças para lutar contra o câncer, então eis que surge um remédio chamado Augustus. Ela o conhece nesse grupo de apoio, e descobre que o Gus é o melhor amigo do Isaac, um dos seus colegas de grupo. Isaac é um personagem que me cativou muito, sua deficiência me comoveu horrores.

São diversas emoções jogadas na sua cara, de maneira intensa. É engraçado como Green consegue transformar uma história aparentemente engraçada em algo melancólico a ponto de me fazer chorar.

Pode me chamar de boba e chorona, mas eu realmente me emocionei com a leitura, fiquei até com medo de borrar o livro com as lágrimas. Muita gente não chegou ao ponto de chorar ao ler esse livro, mas eu tenho certo receio com relação a livros que abordem o câncer como tema central, pois perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida pro câncer, então toda e qualquer história que o envolva, mexe com meu psicológico. Tanto que li esse livro em um dia e após dois dias já estava relendo, sabe aquela conexão que você cria com determinados personagens? Aquela maldita conexão que não te deixa tocar a tua vida, ou ler outros livros sem em algum momento acabar pensando na história? É como se o livro te puxasse para dentro de suas páginas e te fizesse reviver ou viver algo que te marca de alguma forma.

São aqueles momentos que você se recusa a perder algum personagem simplesmente pelo fato das páginas terem acabado. Pois você não se conforma com apenas isso, não pode ser só isso, é um elo tão grande entre a ficção e a realidade que parece existir um mundo paralelo entre elas, uma realidade fora da nossa realidade. “Alguns infinitos são maiores que os outros...”

Acredito que o livro mexeu de uma forma muito diferente comigo e meu subconsciente, eu estou totalmente dependente dele, não consigo ficar um dia sem folheá-lo, ler algum trecho, e toda vez que penso na história em si, meu coração chega a doer. Uma sensação inexplicável, indescritível, nunca senti isso antes. Alguém pode me explicar o que o Green fez comigo?

Ok, vou tentar descrever o que estou sentindo. Sabe quando você gosta demais de uma pessoa e subitamente o mundo te separa dela? É uma das maiores dores do mundo, você perder alguém que ama. Quando minha avó faleceu, eu achei que jamais conseguiria superar, mas o tempo passou e a dor se transformou em belas lembranças dos momentos bons que passamos juntos. Eu sei que é loucura, pois ACEDE não tem muito a ver com a minha vida em si, mas eu sou do tipo emotiva, e quando o assunto em questão é câncer eu simplesmente piro, pois não consigo pensar na hipótese de perder outra das pessoas que eu amo. Daí você vai me dizer: “Kéziah, é só um livro e você não perdeu nada”. EU SEI! Nunca pensei que um livro iria me marcar tanto, não há uma explicação lógica – ou há?

Bom, chega. Acho que já estou falando besteira demais e ninguém vai querer ler isso!

E para finalizar, ACEDE me conquistou do inicio ao fim, me cativou, me deixou presa nessa história de uma forma que eu ainda não consegui superar. Vocês até podem dizer que estou exagerando, que o livro não é tudo isso, mas é inevitável, dessa vez eu não escolhi o livro, e sim ele me escolheu.

E pra quem quiser chorar um pouco comigo, ouça abaixo a música de ACEDE.

Resenha: Quando uma Garota entra em um Bar - Helena S. Paige


  • Editora: Novo Conceito
  • Páginas: 241
  • Nota: 
  • Skoob

Então você se arrumou toda para uma noite de amigas, daquelas onde só as mulheres participam, mas suas amigas mudaram de planos sem avisar e, agora, você está sozinha em um bar superbacana, arrumada e perfumada, e sem saber bem para onde ir... O que você faz? Aproveita que já está por ali, pede uma tequila e dá uma boa olhada no yuppie que está na mesa ao lado? Ou pede uma cerveja e vai pra perto do palco arrebatar o baterista? Pode ser que você prefira uma paquera com o rapaz de botas de bico fino e músculos trabalhados que está encostado à parede. Ou, quem sabe, tomar um café com o bombeiro que está cuidando da segurança dos clientes e que, neste instante, está verificando o funcionamento do extintor... E isso tudo só pra começar! A escolha é sua — e você tem um mundo de possibilidades nesta noite que parecia começar mal! Só não espere que esta experiência seja como outra qualquer, porque esta noite ficará definitivamente marcada em sua memória de erotismo e paixão. Divirta-se com esta definitiva experiência sensual onde você, e só você, terá o controle de seu próprio prazer!


Quando uma garota entra em um bar tem uma premissa muito diferente, eu não sabia muito bem o que esperar quando comecei a leitura, mas depois de algumas páginas eu já havia me deleitado completamente com a narrativa envolvente, e a proposta da interatividade com os leitores me deixou mais empolgada ainda. Foge do que estamos acostumados, principalmente quando estamos falando de livros hots – que convenhamos, tem sempre o mesmo contexto.


Não temos um personagem principal, ou melhor, o personagem principal é você, conforme suas escolhas o final pode ser diferente. Como assim Kéziah? Veja bem, no final de cada capitulo temos algumas perguntinhas, e conforme as suas respostas vocês são direcionados a outra parte do livro. Ainda não entendeu? 

No inicio do livro você está se vestindo para sair, e tem várias opções para usar como: Uma calcinha roxa, uma calcinha modeladora, uma calcinha folgada, ou nada – ousada. Se você optar pela calcinha roxa vá à página tal, se você optar pela calcinha folgada vá para página tal, e assim sucessivamente, deu pra entender?

O grande diferencial do livro é em si essa possibilidade de escolhas, é diferente do que estamos acostumados, pode até ser inusitado, o mais legal é que você pode ler o livro algumas vezes e os finais serão sempre diferentes.

Não espere o melhor livro da sua vida, esse livro nada mais é do que um passatempo, um livro feito para entreter e nos tirar um pouco da rotina, sem grandes acontecimentos, que visa as vontades dos leitores, e isso é muito legal, você se sente no poder, afinal não é sempre que você pode mudar o final de um livro, né?

Bom, basicamente a história principal é a seguinte, você marcou com sua melhor amiga de ir aquele bar para descontrair, se prepara e escolhe a melhor roupa – e a calcinha você decide qual usar. Mas, quando você chega ao bar a sua amiga manda uma mensagem dizendo que não poderá te encontrar, daí começa as decisões que podem afetar o percurso da história. Você ficaria ali sozinha no bar curtindo a noite ou iria para casa, ou quem sabe tentaria conquistar aquele gatinho que está a horas te olhando?

O ponto negativo do livro – responsável por uma estrela a menos – é que ele é muito curto, e faltou um pouco mais de ação em determinados momentos, não ação do tipo “tiros, sangue, assassinatos”, mas ação no sentido de mais acontecimentos para que a história ficasse mais desenvolvida.

Como falei antes, é um ótimo livro para entreter.

Citações de Quinta #10

Oi gente, vamos conferir mais uns lindos quotes que separei para vocês?














"Você é linda, sua velha rabugenta, e seu pudesse te dar só um presente para o resto da sua vida seria este.
Confiança. Seria o presente da Confiança ou isso ou uma vela perfumada."
- Um dia, David Nicholls

"Você pode amar muito alguém, mas você nunca pode amar uma pessoa tanto quanto pode sentir falta dela."
- John Green
"Você ainda está tentando me proteger. Real ou não real?", ele sussurrou.
"Real", eu respondi. "Porque é isso que você e eu fazemos, protegemos um ao outro."
- A esperança, Suzanne Collins.
"O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece; O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier."
- Um amor para Recordar, Nicholas Sparks
"Por um momento, deixei-o todo marcado debatom, no peitoral lindo, musculoso e tatuado, na cintura, em seu
oblíquo charmoso, no pescoço, no pulso e na boca! Minhas marcas.
Agora ele estava marcado por mim, por minha dose de sensualidade, de loucura..."
- Batom Vermelho, Vanessa de Cássia

Lançamentos Editora Dracaena


Olá gente, tudo bom? Vamos conferir os lançamentos de Setembro da editora Dracaena? Basta clicar nas capas para ler as sinopses. Ignore o fato de as capas estarem todas malucas, estou lutando para alinha-las mas não está dando certo! rs







Resenha: Invisível ao toque - Nat Bespaloff



Atormentada pelas lembranças de uma relação amorosa que acabou mal, Svek, uma jovem de 20 anos e apaixonada por esportes radicais, foge de relacionamentos sérios e abomina tudo o que diz respeito a sentimentos. Enquanto isso, tem sonhos recorrentes e bastante vívidos com uma garota chamada Victória, em cuja pele se vê transportada a cenários de séculos passados, em situações de extremo perigo. Nesse momento de confusão, Svek conhece o enigmático Zac, que consegue despertar nela pensamentos até então inexistentes. Ela acaba descobrindo o amor na figura de uma pessoa estranhamente familiar. Um sentimento transformado em uma maldição que resistiu aos séculos, em que a despedida e a renúncia representam o maior gesto de compaixão e coragem. Invisível ao Toque é uma história intensa, romântica, emocionante e, ao mesmo tempo, divertida, graças à habilidade com que a autora consegue imprimir o seu estilo bem-humorado em diálogos e pensamentos.

Invisível ao toque foi um livro que me surpreendeu. Não esperava que ele fosse tão bom. Os personagens são instigantes e interessantes, principalmente o Zac, com todo ar de mistério ele nos cativa desde sua primeira aparição.

Svek, a personagem principal tem uma mágoa do passado que a impede de viver sua vida normalmente, de se entregar para novos relacionamentos. Toda essa negatividade é resultado do suicídio de seu ex namorado. Svek insiste em se culpar pelo acontecido, eu até entendo sua parte, não deve ser nada fácil lidar com um peso desse tipo.

Em uma de suas fugidas da sociedade, se é que posso assim dizer. Svek acaba conhecendo Zac, mas o que ela não imaginava é que o rapaz tem um segredo bem interessante para revelar. Digamos que Svek é a única que pode enxergá-lo. Zac passa a ser uma companhia muito agradável – uma das poucas que ela ainda tem. E ambos acabam se envolvendo.

A narrativa da Nat é maravilhosa, leve, delicada e emocionante, o livro não é narrado apenas por Svek, outros personagens entram em cena também, e a autora teve a capacidade e o jogo de cintura de nos envolver com uma trama narrada por vários e não nos deixar nem um pouco confusos com isso.

O romance presente no livro é diferente, por se tratar de dois mundos diferentes, mas confesso que o que mais me impressionou foi às páginas que antecederam o final. O rumo que a história ganhou foi fascinante e confesso que jamais esperava que algo do tipo pudesse acontecer, Nat conseguiu juntar todos os pontos e interligar várias histórias, na medida em que ia lendo ia surtando com os acontecimentos.

Um dos motivos de dar apenas quatro estrelas foi o fato de que o final me deixou aborrecida, não podia terminar ali, precisávamos saber mais, ir além. Mas também não me pareceu que a autora criou um gancho pra outro livro, será? A idéia da Nat é maravilhosa, ela soube compor uma boa história, mas algumas partes no decorrer do livro me soaram desnecessárias, pois deixaram a leitura mais arrastada – se bem que eu terminei o livro em um dia. São pequenos detalhes que não influenciam em nada o resultado final. Um ótimo livro, diferente e cativante.

Vidas passadas, sonhos reveladores, amores improváveis, tudo isso e muito mais em Invisível ao toque.



Curiosidade #8 - Os escritores mais bem pagos de 2013.

Olá gente, tudo bom? Acho que vocês sabem, mas eu sou super fã do site Literatortura, então estou sempre por lá conferindo as novidades, e vi um post super legal dos escritores mais bem pagos de 2013, resolvi trazer para vocês, vamos conferir a lista? Ah essa lista foi feita pela Forbes, que realiza anualmente uma lista de celebridades mais bem pagas, divididas em várias categorias...






16 –George R. R. Martin -
Em décimo sexto lugar temos Martin, que recebeu R$27,72 milhões. A adaptação de Game of Thrones para a TV contribuiu para o aumento desse número. Martin também foi o autor que mais vendeu livros em formato brochura em 2012.

15 – J. K. Rowling (R$30,03 milhões) -A autora de Harry Potter agora escreve para um público mais adulto. Seu faturamento vem de“The Cuckoo’s Calling”, publicado sob o pseudônimo de Robert Galbraith, e o lançamento de Morte Súbita, que contribuíram para seu ingresso na lista.

14 – Rick Riordan (R$32,34 milhões) -As sagas Percy Jackson, Os heróis do Olimpo e As crônicas dos Kane venderam mais de 5,6 milhões de exemplares em 2012, e dois dos seus três títulos infantis foram os mais vendidos do ano passado.

13 – David Baldacci (R$34,65 milhões) -David possui cerca de 25 romances publicados, todos eles considerados best-sellers.

12 – John Grisham (R$41,58 milhões) -Já com 18 romances publicados, John teve o segundo romance de capa dura mais vendido de 2012: O Corretor. O autor que escreve thrillers jurídicos irá lançar Sycamore Row provavelmente, em outubro de 2013.

11 – Dean Koontz (R$46,20 milhões) -Koontz é conhecido pelas séries Odd Thomas e Frankenstein publicados no Brasil. A temática principal de seus livros é o suspense e o gênero policial. E como bom autor de Best seller que se preze, seu livro Odd Thomas ganhará uma adaptação no cinema, mas sem data de lançamento ainda.

10 – Stephen King (R$46,20 milhões) -Stephen desceu na lista desde a do ano passado, na qual esteve em segundo lugar com um lucro de R$90,09 milhões. Os livros do gênero de terror do autor nunca ficam obsoletos e ultrapassados, afinal é difícil conseguir ler cerca dos seus 60 livros de uma só vez.

9 – Dan Brown (R$50,82 milhões) -Inferno, o último lançamento de Dan Brown, foi o livro mais vendido no primeiro semestre de 2013, mesmo não alcançando as vendas de O Código Da Vinci e O Símbolo Perdido. Ele estar na lista não é surpresa para ninguém.

8- Nora Roberts (R$53,13 milhões) -Nora possui cerca de livros 220 romances publicados. Mas o que a trouxe a essa lista foi o número de ebooks vendidos, em torno de 3,2 milhões de cópias digitais em 2012.

7 – Janet Evanovich (R$55,44 milhões) -A série Stephanie Plum, que conta a história de uma compradora de lingeries que perde seu emprego e torna-se uma caçadora de recompensas, é a principal fonte de dinheiro para Janet, já que esta coleção abriu caminhos para mais séries.

6 – Jeff Kinney (R$55,44 milhões) -
O autor da série O Diário de um Banana já publicou 7 livros. O último, The Third Wheel, vendeu mais de 1,4 milhões de cópias no ano passado. Além disso, a série já rendeu 3 filmes.

5 – Danielle Steel (R$60,06 milhões) -Steel já escreveu cerca de 130 títulos em 40 anos de publicação. Entre livros infantis, poesias, não ficção e principalmente romances, ela já vendeu mais 600 milhões de cópias em todo o mundo.

4 – Bill O’Reilly (R$64,68 milhões) -
Sua publicação Killing Lincoln ficou na primeira posição do New York Times em livros de não ficção de capa-dura. Seu próximo livro, Killing Jesus, segue a mesma temática do primeiro e será lançado em 24 de setembro desse ano.

3 – Suzanne Collins (R$127,05 milhões) -O filme Jogos Vorazes contribuiu para que Collins ficasse em terceiro lugar. A série Jogos Vorazes é um sucesso de vendas, mas não é apenas essa trilogia que Suzanne escreveu. “As Crônicas do Subterrâneo“ é uma série de 5 livros, também escrito pela autora.

2- James Patterson (R$210,21 milhões) -
Autor das séries Maximum Ride, Bruxos e Bruxas e Alex Cross, James Petterson vinha liderando a lista da Forbes alguns anos. Um em cada 17 livros de capa dura vendidos nos Estados Unidos são dele.

1- E.L. James (R$219,45 milhões) -Erika Leonard, ou E.L. James, adicionou a sua conta 11,5 milhões só dos direitos de adaptação de 50 Tons de Cinza e companhia. É sua primeira vez na lista, mas a grande venda de seus livros já avisavam que ela figuraria na lista.

Resenha: Batom Vermelho - Vanessa de Cássia



Mel Folk, a encantadora e fogosa mulher dos olhos verdes de serpente, um ar ingênuo e ao mesmo tempo sedutor. Aquela que traz o brilho e a inocência, mas que no fundo, é um furacão de mulher. Mel não tem vergonha de seduzir, não tem medo de ser o centro das atenções. Não é a “inocente”, ela é a mais perigosa e tentadora das mulheres. Traz em seu olhar o poder de sedução e, em seus lábios, a magia do que conhece. Ela não conhece o amor, conhece apenas o prazer... Uma história onde o prazer não tem limites, o amor é um jogo cruel e a sedução, uma arma indispensável... Conheça o jeito de uma mulher fatal. A obsessão na arte de seduzir e os lábios ardentes envolvidos em “Batom Vermelho”! Descubra quão poderosa pode ser essa arma!


Ai Batom Vermelho, Batom Vermelho. O que dizer? Primeiro quero começar a dizer que sou super suspeita para escrever sobre qualquer coisa que a Vanessa de Cássia produz, sou tão fã dessa mulher que pra mim é uma honra ler qualquer coisa que sai daquela cabeça cheia de cabelos vermelhos bafônicos. Sério, acredito que o dom da Vanessa vai além do que podemos imaginar, ela consegue transformar versos simples em uma obra de arte. Chega da rasgação de seda – não posso evitar – e vamos falar de Batom Vermelho.

A primeira coisa a se notar – se você já leu Entre Amores Cruzados, o primeiro livro da Vanessa – é o amadurecimento da sua narrativa. Em Batom Vermelho ela está mais ousada, mais envolvente.

Mel Folk é uma mulher arrebatadora, cheia de encantos, capaz de deixar qualquer homem aos seus pés, e ela sabe desse seu poder, então usa e abusa disso. Gosta de deixar os homens caidinhos por ela. Mel não conhece o amor, apenas o prazer. E os jogos de sedução são seus favoritos, em matéria de conquista essa mulher dá um show – o livro pode ser considerado didático, pois a quantidade de truques que a Mel ensina não é mole. Ela representa muito as mulheres, pois é tudo que nós gostaríamos de ser, mas não temos coragem por medo de sermos rotuladas. A personalidade dela vai fazer com que muitas se identifiquem e se espelhem, ela nos faz rever muitos dos nossos tabus, nos faz por na balança tudo que achamos ser certo ou errado, aprendi muito com ela, em todos os sentidos.

A Mel é uma mulher fatal, que não tem limites quando o assunto é o prazer. Sua arma de sedução? Os lábios... E claro, seus maravilhosos batons vermelhos. Calma, não pense besteira da pobre Mel, ela tem seus motivos para não acreditar no amor, para viver do prazer. Você não acha estranho que uma linda mulher, sedutora, olhos verdes e no auge de seus vinte e quatro anos, não tenha encontrado um amor? Ou melhor, não tenha vivido algo além do sexo?

Após começar em seu novo trabalho como recepcionista de um prédio. Mel nota algo completamente fora do comum, um homem lindo que a deixava completamente excitada, porém o mesmo nem notava sua presença. Richard é sério, e em nenhum momento deu a entender que Mel o interessava. Mel sempre esteve rodeada dos mais diversos tipos de caras, e ela sempre conseguiu tudo que queria, afinal, nenhum deles conseguia resistir aos seus sedutores lábios vermelhos. Mas com Richard era diferente.

Depois de um tempo Mel é apresentada a Juan, e nesse momento a história começa a pegar fogo, os dois juntos são como uma bomba prestes a explodir. A cada toque de Juan, ela sentia algo diferente, era como se seu corpo todo estivesse em chamas. Como pode alguém causar certos sentimentos apenas ao tocá-la? Apesar da resistência dela, Juan quer de todas as formas conquistá-la. Será que ele consegue?

O que dizer de Juan? Pelo amor de Deus, Vanessa diga-me você conhece um Juan de carne e osso? Preciso de um cara desses. Lindo, inteligente, divertido, e muito – muito mesmo – sensual. É o tipo de homem que transborda sex appeal até ao acordar. E a sua personalidade é forte, igual à de Mel. Nesse exato momento você deve estar falando: “Ah são personagens idealizados, fora da nossa realidade”. Errado meu jovem, Mel e Juan são como nós, humanos propensos a erros e acertos, suas personalidades são tão verdadeiras a ponto de nos imaginarmos como seus melhores amigos.

O Desejo entre eles aumenta a cada toque, a cada conversa, a cada olhar. Mas isso não significa de forma alguma que a Mel vai se abrir ao amor, não assim tão fácil. Juan vai ter que suar para conseguir fazer essa mulher se entregar de corpo e alma, enquanto ele vai tentando, Mel não deixa de dar aquelas investidas básicas no Richard, afinal, como ele pode simplesmente não notar a sua maravilhosa presença? E como nós sabemos, ela não desiste fácil.

Em algumas partes do livro eu queria esganar a Mel, como ela pode simplesmente se fechar desse jeito e não perceber que o Juan – maravilhoso – está tão perto, disposto a fazer tudo por ela.

Não pense que o livro é só pegação. A história de Mel é fascinante, seus traumas, seus medos. E o mais legal de tudo, é que ela é uma mulher forte, determinada que não se deixa abater tão fácil. Ela quer curtir o hoje, o agora. E a cada página eu a admirava mais, por sua força, sua coragem, e claro, pelo seu poder imensurável de seduzir um cara com apenas um olhar. A pegada da Vanessa de inserir o erótico a uma história tão bem construída deu super certo.

É engraçado como a Vanessa consegue juntar tantos sentimentos em um único livro, é felicidade, é tristeza, é tesão, é paixão, é amor... Você mulher, que leu esse livro, nunca mais verá o Batom Vermelho como um simples objeto de vaidade, e sim como uma arma poderosa para seduzir. E aos homens, sintam-se marcados pelo batom da Mel, e bem, tomem cuidado onde vão ler o livro - se é que me entendem.

O final foi maravilhoso, não conseguiria pensar em algo melhor. Mel conseguiu o que queria e no final percebeu que a verdadeira felicidade estava onde ela menos imaginava. O livro te faz pensar na vida, será que estamos realmente nos envolvendo com isso tudo? Será que estamos sabendo aproveitá-la da melhor forma? Afinal isso tudo aqui é apenas uma passagem, uma breve passagem.

Outro ponto importante é com relação ao tamanho do livro, que é relativamente grosso, e muitas pessoas acabam ficando com receio, por favor, não se ligue nisso, a narrativa da Vanessa é maravilhosa, você nem percebe que o tempo está passando, quando você se liga já está na página 100... 340 E FIM!! Ficamos com aquele gostinho de quero mais.

Esse livro foi bem diferente do que eu esperava, por ser um livro “erótico”, mas percebemos no decorrer da leitura que ele vai além disso, abordando fatos que podem acontecer no nosso dia a dia, explorando os medos e os desejos mais profundos da nossa alma. Confesso que fiquei com pena de terminar o livro, chega um momento que você começa a dar aquela enrolada básica, um capitulo por dia, com medo de acabar e nunca mais poder desfrutar dos personagens, é como se eles acabassem fazendo parte da nossa vida, se transformando em amigos próximos, aqueles amigos que temos muito medo de perder. Chega a dar aquela dó básica de finalizar o ultimo capitulo, mas quando o fazemos e percebemos o quão maravilhoso foi, tudo vale a pena, e aquela vontade no fundo do peito de reler vem a tona com toda força.

Adoro essa intensidade, essa vontade maluca de recomeçar o livro assim que o fechamos.

Mais uma vez quero parabenizar a Vanessa por ter produzido um livro tão maravilhoso, que vai além do que imaginamos, com mensagens anexadas ao prazer de uma leitura fabulosa.


Don't hate me... Fuck me!
- Mel Folk

Resenha: O Julgamento de Gabriel - Sylvain Reynard


  • Editora: Arqueiro
  • Páginas: 384
  • Nota: 
  • Skoob

Eles estão vivendo uma paixão arrebatadora. Mas muitas pessoas são contra esse amor. Gabriel Emerson e Julia Mitchell se conheceram há muito tempo, quando ela ainda era adolescente, numa noite mágica e confusa. Mas, apesar de todo o sentimento que nasceu entre eles, no dia seguinte seus caminhos se separaram. Anos depois eles se reencontraram quando Julia começou o mestrado na Universidade de Toronto. Gabriel era um professor enigmático, sedutor e muito arrogante que a atormentava e perseguia. No entanto, o que mais fazia Julia sofrer era ele não se lembrar dela. Mas nem mesmo o insensível Gabriel é capaz de resistir à profunda conexão que existe entre eles e logo os dois embarcam numa tórrida paixão proibida. Com o fim do semestre e do curso ministrado por Gabriel, eles deixam de ser professor e aluna e enfim estão livres para viver seu amor. Ou pelo menos era o que pensavam. Após uma viagem romântica para a Itália, durante a qual Gabriel ensina a Julia todos os mistérios do prazer e, em troca, aprende com ela o significado do amor verdadeiro, os dois veem seus sonhos ameaçados. Duas denúncias junto ao Comitê Disciplinar da Universidade põem em risco o emprego de Gabriel e a carreira brilhante e promissora de Julia. Será que o professor vai ceder às ameaças ou irá lutar até o fim por sua amada? Será que essa paixão conseguirá resistir a um julgamento implacável? Na apaixonante sequência de “O inferno de Gabriel”, Sylvain Reynard constrói uma bela história de amor, da qual os leitores jamais se esquecerão.

Apesar dos comentários alucinantes sobre esse livro, e de quanto o Gabriel é maravilhoso, eu preferi o primeiro. Não por causa do Gabriel, muito pelo contrário, ele continua maravilhoso, cuidadoso, um romântico incorrigível. O que me deprimiu durante muitas páginas foi a Julia. Calma, não precisa me degolar por isso, eu gostei do livro, mas durante várias partes eu queria poder matar essa protagonista. O romance entre os dois é super fofo, mas Julia é tão insegura que acaba prejudicando o relacionamento deles com seus dramas.

Gabriel a idealiza e faz de tudo para que ela se sinta a melhor mulher do mundo, dá mil provas que a ama, e que a acha sexy da sua forma, que só tem olhos para ela. Mas, ela tem um grande problema de auto-estima que dá nos nervos.

O romance presente nesse livro é mais intenso do que no primeiro, e isso também foi um ponto negativo para a leitura, em minha opinião não precisamos ler mil cenas de amor com mil e uma declarações a toda hora, já estamos cientes que eles se amam. Como falei, o Gabriel idealiza muito a Julia e acaba a venerando demasiadamente. A autora pecou nesse livro, parece que em suma faltou história e ela simplesmente preencheu as lacunas com cenas de sexo e detalhes desnecessários. Focou demais no romance – muito mesmo – e acabou esquecendo que explorar diversos pontos necessários para que a história se tornasse mais proveitosa.

Outra coisa que me desestimulou muito foi o fato da Julia estar regredindo na história, eu realmente esperava que nesse livro ela estivesse mais madura, mais segura de si. Mas a autora simplesmente jogou na nossa cara uma protagonista insuportável, indecisa e insegura. Tudo que eu mais odeio em uma personagem principal.

O que mais me preocupa é saber que teremos um terceiro livro, e fico pensando, o que sustentará essa história? Bom, só esperando a continuação para saber.

Realmente esperava um livro melhor do que o primeiro, mas o que encontrei foi algo desnecessário, me perdoe os fãs, mas tenho medo do rumo que a autora está dando para uma história que aparentemente tinha tudo para dar certo.

Tutorial: PopUp para curtir FanPage com timer.


Oi gente, tudo bom?
Tem um tempo que não trago tutoriais né? Estava com problema para incorporar códigos aqui, mas enfim. Se você é leitor novo, clica na aba de "tutoriais" e vê os que já passaram por aqui, são bem legais. Bom, o de hoje é bem simples. Vamos conferir?

Achei essa demonstração de como fica o PopUp, clique aqui se você tiver alguma dúvida de como funciona. 

Você só precisa acessar o painel do seu blogger e ir em Layout > Adicionar Gadget > HTML/Javascript. E cole o código abaixo:


Agora é só alterar alguns trechos como:

kakinetworkdotcom01username="NOME-DA-SUA-PAGINA",
kakinetworkdotcom01time="12"

Esse 12 simboliza os segundos que a caixa ficará disponível antes de fechar automaticamente.

Gostaram? Foi útil? Lembrando que eu não inventei nenhum código, simplesmente estou repassando uma informação pra vocês. Obrigada!


Tutorial visto e aprendido em: Mundo Blogger

Citações de Quinta #9

Olha quem voltou *-* depois de um tempão sem postar citações, voltamos a ativa. Vou tentar postar toda semana os melhores quotes que eu encontrar, alguns do livro que estou lendo no momento, outros que vi durante a semana, quotes de autores e assim por diante. Vamos conferir os escolhidos de hoje?














"O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes."
- Cora Coralina
"Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz."
- O Pequeno Príncipe
"Meu choro é silencioso. Sem lágrimas ou soluços. Meu choro é doloroso, vem de dentro. Quando choro, é minha alma que grita e não os meus olhos."
- Querido John
"Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações."
- A Culpa é das Estrelas
"Queria, pelo menos uma vez, deixar de ser espectadora e também fazer parte de um final feliz."
- Desejo Irresistível
“Eu o beijei com tudo que havia em mim. Pus toda a minha dor, minha paixão e meu amor por ele naquele beijo, e sua boca se abriu para mim, correspondendo com a mesma paixão, a mesma dor e o mesmo amor. E então a droga do alarme anunciando o fim da aula.”
- Indomada
“A escuridão não equivale ao mal, assim como a luz nem sempre representa o bem.”
- Traída
"Parecer e estar não são a mesma coisa. Eu sei que você entende isso."
- P.S. Eu te Amo.
"É estranho como a nossa cabeça pode saber o que o coração se recusa a aceitar."
- Morte Súbita
Fonte: http://princesa-descolada-myla.blogspot.com/2013/03/paginacao-numerada.html#ixzz2j39CpByO